Os tempos que
vivemos são incertos.
Globalmente, se
antes tínhamos as ameaças terroristas para nos tirar a paz, nos últimos dois
anos muitos fatores foram adicionados ao caldeirão de incertezas.
A onda
nacionalista que cresceu no mundo desenvolvido, capitaneado pela ascenção de
Donald Trump ao poder nos EUA e ao Brexit no Reino Unido. Movimentos xenófobos
tem crescido em muitos lugares aonde essas vozes eram abafadas até alguns anos
atrás.
Vemos incertezas
referentes ao clima. A poluição tem crescido, a fome e miséria também.
Existe uma
ameaça crescente de uma guerra nuclear entre Coréia do Norte e Estados Unidos.
Na Europa Báltica, existe uma crescente ameaça por parte dos russos, uma vez
que os últimos foram bem sucedidos na anexação do território ucraniano da
Criméia.
Existe a
escalada religiosa no mundo islâmico, tendo como expoente a Turquia. Não nos
esqueçamos da escalada religiosa evangélica no Brasil, nem da etnia Ronghiya que
vem sofrendo perseguição budista no Myanmar e nem dos inúmeros conflitos entre
cristãos e islâmicos na África, da Nigéria ao Sudão. Vale também lembrar dos
expoentes ateus que seguem ferozes e intolerantes contra qualquer prática de fé
na Europa e Américas.
A Síria continua
refém dos seus conflitos internos, silenciados momentaneamente na mídia global,
em virtude dos problemas na península coreana. O terrorismo tem surpreendido as
grandes cidades do globo.
A comunicação instantânea
do nosso tempo nos traz todas estas misérias como se acontecessem no bairro
vizinho ao que moramos.
Isso sem contar
os problemas próximos com família e amigos.
Como manter a
paz e a mente sã em tempos assim?
Bem, o Senhor
Jesus nos disse o seguinte:
“Acautelai-vos,
que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o
Cristo; e enganarão a muitos.
E ouvireis de
guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que
isso tudo aconteça, mas ainda não é o
fim.
Porquanto se
levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e
terremotos, em vários lugares. Mas todas
estas coisas são o princípio de dores.
Então vos hão de
entregar para serdes atormentados, e matar-vosão; e sereis odiados de todas as
nações por causa do meu nome.
Nesse tempo
muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se
odiarão.
E surgirão
muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
E, por se
multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar
até ao fim, esse será salvo.”
Mateus 24:4-13
“por se
multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”
Sim, ainda
existe muita gente neste mundo que faz o bem sem esperar receber nada em troca.
Porém quando ao fazer o bem, se recebe de volta injustiça, é fácil querer
crescer em nós a falta de ânimo.
“Porque
continuar sendo bom, se ninguém faz a bondade?”
“Porque fazer o
bem, se o que recebo em troca é maldade?”
“Porque ajudar,
se quando ajudo ainda sou maltratado?”
Você já viveu
momentos assim? Momentos de desistência da bondade? Momentos que achamos que amar
não vale a pena?
Bem, podemos
crer que amar não vale mesmo a pena. Porém se assim fizermos o que nos restará?
Só há um jeito de
sermos salvos do congelamento de sentimentos da nossa era. É continuarmos perseverando
no amor.
Para isso temos
um exemplo, vivido pelo Senhor Jesus, quando abandonado por todos, crucificado,
escarnecido, xingado, cuspido, exausto, ainda assim Ele exclamou: “Pai,
perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.
Que Deus te abençoe
e te fortaleça a não desistir do amor.
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