Por HP:
Um
irmão amigo meu me procurou. Ele lê alguns textos que escrevo e pediu para eu
escrever uma carta para a irmã dele.
A moça
era auxiliar de jovens, membro da igreja que frequentamos desde pequena. Nos
acidentes que a nossa vida proporciona ela veio a se envolver emocionalmente
com um rapaz que aproveitou da simplicidade dela e assim a deixou grávida. Logo
os pais ficaram sabendo e posteriormente a igreja também. Com vergonha ela
nunca mais frequentou os cultos e a irmandade também a deixou de lado. A criança
nasceu e o casamento com pai da criança nunca se concretizou.
Neste
ponto a história desta jovem, irmã deste meu amigo é idêntica a da minha
cunhada, irmã da minha esposa. Elas moram longe uma da outra, nunca se viram,
frequentavam a mesma denominação e hoje se sentem “pecadoras” e separadas de
Deus, aguardando “um julgamento” no final da vida aonde Deus as julgará. Porém
a alegria de servir a Deus, seguir os passos de Cristo morreram. Há ainda a
crença que Deus existe, a saudade de orar e sentir a alegria de ser filha de
Deus.
Aí
entra a primeira pergunta: Quem a separou de Deus? Foi Deus ou foi a “igreja”?
Foi a Bíblia ou uma mensagem chamada de “Palavra” pregada por algum homem?
Se
houver resposta para essas perguntas, serão
respostas sem 100% de certeza. Isso acontece porque não existe entre nós um conhecimento das Escrituras, do Evangelho de
Cristo, mas de regras supostamente “bíblicas” ou dadas por “revelações” que não
são encontradas na Bíblia.