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25/07/2025

A Bíblia que encomendei chegou, e encontrei uma personagem extraordinária

Por: Cora Ronái

A Bíblia que eu encomendei chegou. É exatamente como eu queria: uma Bíblia com cara de Bíblia, com as dimensões de um livro normal e uma capa macia, perfeita para o manuseio. É tão bonita que chamou a atenção do meu neto, que tem 15 anos, e que está acostumado a ver livros de todos os tipos e feitios aqui em casa: ele ficou impressionado com o capricho da capa de couro, com os cantos arredondados e com o dourado suntuoso do corte. Eu também fiquei, mas reparei sobretudo na fonte, misericordiosamente grande. Ótima compra, portanto.

Ela é uma ACF, Almeida Corrigida Fiel, e conserva a solenidade (e os arcaísmos) da tradução original. Há muitas variantes, inclusive versões atualizadas, onde um “Tu o dizes” acaba virando “Quem está dizendo isso é o senhor!”. Pode isso?

Tentando me entender entre as diversas abreviaturas, acabei me interessando pelo Almeida que aparece em tantas delas, e descobri uma personagem extraordinária. João Ferreira Annes d’Almeida nasceu em 1628, perdeu os pais cedo e foi educado por padres em Lisboa. Ainda muito jovem foi despachado para as Índias Orientais, para o que hoje chamamos Indonésia, mas era, então, um arquipélago dividido em centenas de sultanatos, reinos e fortalezas, disputado ilha a ilha por holandeses e portugueses.

Temos notícias dele em Jacarta (então Batávia), uma cidade efervescente com o comércio de especiarias e as intrigas coloniais. Lá ele entrou em contato com o protestantismo e rompeu com a Igreja, gesto ousado para um súdito de reino católico. Mas não só isso: com apenas 14 anos, decidiu traduzir a Bíblia para o português, convencido de que mesmo os seus conterrâneos mais humildes tinham o direito de compreender as Escrituras sem passar pelo latim dos padres.

Imagino aquele adolescente — mais novo do que o meu neto! — imbuído de uma missão dessas dimensões. Enquanto os outros meninos se jogavam na vida tumultuada à sua volta, ele se inclinava sobre textos em latim e grego, munido de pena e tinta, um ou outro dicionário holandês e uma lamparina bruxuleante em cima da mesa. Sem ar-condicionado ou repelente de insetos; sem Google, sem app de idiomas, sem uma gramática decente. Subversivo até o talo.

Esse garoto obstinado não é uma imagem que eu associasse à Bíblia. Até a semana passada, teria apostado num grupo de velhos frades trabalhando juntos, discutindo vírgulas madrugada adentro.

Na Batávia do século XVII apenas manter-se vivo já era um feito. As Índias Orientais não eram só um caldeirão político e religioso, eram também um festival de doenças tropicais, que dizimavam colonizadores aos milhares. Os mosquitos matavam mais do que as batalhas.

Nosso Almeida, porém, conseguiu sobreviver. Foi ordenado pastor aos 28 anos, passou pelo Ceilão e pela costa da Índia, navegou por mares infestados de piratas e atravessou cidades portuárias ruidosas, onde as vozes de mercadores árabes, chineses e javaneses se misturavam ao som das sinetas cristãs e aos chamados das mesquitas. Enfrentou epidemias, controvérsias teológicas, um ataque de elefante e até um julgamento por heresia em Goa: foi condenado à fogueira em praça pública, mas escapou graças à proteção dos holandeses, que o tiraram de lá a tempo.

Em 1681, após anos de revisões e percalços, seu Novo Testamento foi impresso em Amsterdã. Almeida não se deu por satisfeito. Lançou-se ao Antigo Testamento com a mesma determinação, mas não teve tempo de concluir a tarefa. Morreu em Batávia em 1691, aos 63 anos. Combateu o bom combate, guardou a fé.

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/coluna/2025/07/a-biblia-que-encomendei-chegou-e-encontrei-uma-personagem-extraordinaria.ghtml


16/05/2020

Um só povo, um só louvor, um só Cristo, uma só Cruz



Esse vídeo foi composto por membros de várias denominações no Reino Unido.

Para mim, um belo "ensaio" ou "demonstração" do que nos espera na nova Jerusalém.

Uma canção.
Um povo.
Um louvor.

Um Cordeiro.
Uma Cruz.

Amém

19/03/2020

Coronavirus


Depois de tudo que fizemos com esse planeta, depois de abrir um buraco na camada de ozônio, depois de emporcalhar rios e mares, depois de contaminar o ar que a gente mesmo respira, depois de impor o aquecimento global para as próximas gerações, depois de dizimar milhões de espécies, a gente tem a cara de pau de achar que esse vírus é que é ruim.

Nem matar ele mata.

Quem mata é a doença que surge quando ele se instala na gente.
Essa mata mesmo e a gente precisa se cuidar, como aliás, precisamos evitar todas as outras doenças, muitas das quais nós mesmos críamos.
A tal doença que o vírus causa mata quase tanto quanto as guerras que a gente inventou.
Mata menos, mas mata como câncer que a gente às vezes contrai por hábitos que não conseguimos controlar.

Já ele, o vírus, quer apenas o mesmo que você e eu.
Quer cumprir o dever que a Natureza impõe a quem está vivo: reproduzir e sobreviver.
E para isso, esse vírus fez o que nenhum de nós conseguiu:

Fez a gente mudar.
Fez a gente andar menos de carro e poluir menos o ar.
Fez a gente ficar em casa com a família, que era onde a gente deveria estar se não fôssemos ferramentas.
Fez as famílias ficarem mais tempo juntas.
Café da manhã, almoço e jantar.
Há quanto tempo, mundo afora, tantas famílias não faziam juntas as três refeições?
Fez a gente esquecer um pouco a polarização.
Fez a gente parar para pensar que existe outra vida possível.
Fez os céus terem menos aviões e helicópteros.
Os mares terem menos navios.
Fez as cidades ficarem mais silenciosas.
Fez a gente dar uma pausa na nossa insanidade cotidiana.
Fez filhos se preocuparem com a saúde dos pais.
Fez o mundo pensar que é possível trabalhar de casa, sem o stress dos ônibus e metrôs lotados.
Fez a gente ser mais criativo para pensar em novas rotinas.
Fez crianças aprenderem a lavar as mãos.

Não fosse pela doença, esse vírus seria muito gente boa.

Imagine! Foi capaz até de fazer os Estados Unidos considerarem dar dinheiro de graça para o povo.

Precisou um vírus para fazer os governos do mundo todo, da noite para o dia, tirarem dos cofres mais de 2 trilhões de dólares para ajudar a quem precisa.

Mas a gente é burro.

E já já esse vírus vai passar.
Vamos dizima-lo com nossa competência infinita.
Vamos extinguir todos os sinais de sua existência na terra usando a mais avançada das ciências.
Vamos transformá-lo num capítulo triste da nossa História.
E isso é bom, porque assim ninguém mais morre da doença que ele causa.

Só que vamos fazer isso com tanto orgulho, que em seguida vamos esquecer tudo que aprendemos.
Vamos voltar a lotar os trens, os escritórios e as artérias.
Vamos voltar a poluir, aquecer e sujar.
Vamos voltar para nossos convívios econômicos e fragmentados com quem a gente mais ama.

E vamos lembrar desses dias como os piores dias que já vivemos.
Porque, afinal, fomos obrigados a sair de nossas tão prezadas rotinas.



Por: Mentor Neto

25/11/2019

Carta pública de Gugu Liberato - Doação de Órgãos


“Deus em sua infinita bondade nos dá a oportunidade da vida. 
Vivi minha jornada na Terra seguindo os ensinamentos que recebi de meus pais, Augusto e Maria do Céu. Com eles aprendi a importância de olhar para o próximo com amor e fraternidade.

Agora eu sigo adiante por um caminho que me levará mais próximo ao Pai. 
E neste momento quero praticar os ensinamentos do mestre Jesus. Assim como ele compartilhou o pão com os seus, eu compartilho meu corpo com aqueles que necessitam de uma nova oportunidade de viver.

Aos meus familiares eu agradeço por terem realizado a minha vontade. Tenham certeza que, a partir de agora, eu estarei batendo em muitos outros corações e compartilhando minha vida com outros irmãos. 

Que eu seja um instrumento de amor, oportunidade e de luz.

Gugu"

16/04/2019

Sobre "sinais" no meio de catástrofes.

Sobre a Catedral de Notre Dame ter sido parcialmente destruída por um incêndio ontem, eu lamento muito, pois era uma obra arquitetônica importantíssima e com história e marcos culturais relevantes na sociedade francesa e ocidental.

Mas nada além disso.

Desculpe mas eu não sirvo pra crer em sinal nenhum que seja o amor sobrevivendo depois das maiores desgraças humanas.


11/03/2019

Vento



“O vento sopra onde quer, você escuta o seu som, mas não sabe de onde vem, nem para onde vai; assim ocorre com todos os nascidos do Espírito.” João 3.8

"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas."
Eclesiastes 11:5


Imprevisível, o vento vem
Desarruma minhas frases feitas, balança os galhos secos, arranca as folhas gastas
E sacode a poeira do que sobrou de mim.

Subversivo, o vento sopra
Bagunçando minha ordem e organizando a minha bagunça.

Impetuoso, o vento chega
Abalando minhas seguranças e se ancorando em minhas angústias.

Pleno, o vento invade
Enchendo-me do que estou vazio e esvaziando-me do que cheio estou.

Livre, o vento atrai
Fazendo cair o que em pé coloquei e levantando-me do chão quando ferido me prostrei.

- Bálsamo. Esperança. Sentido. Paz.

Eu, homem feito, que me via vivendo com medo da morte
Senti o vento do Espírito chegar para mudar minha sorte.
Como brisa, me visitou
Em vendaval, me desorientou
Para sempre.

Graças ao Pai,
Pelo sangue de Cristo, o vento veio
Soprou, suavemente chegou,
Invadiu
Atraiu
E nunca mais saiu.
Deus decidiu morar em mim.

Graças ao Pai,
Com a ressurreição do Filho, o vento veio
Soprou, suavemente chegou,
Invadiu
Me atraiu
Me desfez, me refez... nasci de novo!
E tudo novo se fez.

O vento veio
Soprou, suavemente chegou,
Invadiu
Me atraiu
Me desconcertou
Nada ficou no lugar, nada nunca mais foi o mesmo.

Inclusive eu.


Por Fernando Khoury
Via Eliana Vieira


27/09/2018

"Sou a favor da ideologia do Gênesis"


Por: Erlon Rodrigues

"Sou a favor da ideologia de Gênesis", disse o religioso.

Sim, antes da queda, Adão e Eva eram perfeitos, devia ser legal! Não mentiam, não manipulavam, não sentiam raiva, nem inveja, nem ciúmes, nem medo. Não tinham vergonha de andar pelado, não sentiam dores, não ficavam doentes, não tinham dúvidas, eram realmente perfeitos em todos os aspectos. Não eram gananciosos, nem egoístas, não julgavam um ao outro, não eram preconceituosos nem moralistas. Não eram hipócritas, usavam todo o cérebro e falavam diretamente com Deus.

Ah... eles eram héteros também.


E você, tem conseguido manter a originalidade adâmica que você tanto exige nos outros?

16/07/2018

Paraíso

(…) Por isso mesmo o próprio Paraíso bíblico é um estado de espírito, uma condição bem-aventurada de SER... Até quando Jesus disse que no Céu haveriam muitas moradas, foi para acrescentar que, dessa maneira, “onde Eu estiver, estarão vocês também”. O Céu, portanto, é Ele! E sendo assim não se trata de uma eternidade fazendo turismo por lugares impensáveis no Universo da Espiritualidade. Se trata de curtir a eterna presença da mais fascinante Pessoa de todos os Universos.
(…)
Porque se a vida nunca tem fim é nesse tipo de Vida que eu creio para depois do fim. Vida na qual “onde” Ele estiver, estaremos nós também!

E por enquanto, encaro a maturidade de saber que desde o Gênesis, já não há paraísos terrestres. O paraíso na Terra é amar aos que se tem com o melhor amor possível de se destinar a alguém. O paraíso na Terra é ser amado também...

Trecho retirado de uma postagem do Marcelo Quintela

15/12/2017

Estudos comprovam erros da Bíblia - El País

A Bíblia é uma coletânea de textos escritos por HOMENS sobre suas percepções ao divino. Por isso se é atribuído a Deus o extermínio de um povo, quando foi apenas uma vontade humana, e por este estudo comprovado que não foi executado na sua totalidade (ainda bem).
Da mesma forma fazem os islâmicos que acreditam na jihad, os evangélicos radicais e intolerantes e tantas outras ramificações de fé (ou até da ausência dela) que atribuem a Deus sentimentos humanos de vingança e dominação.

Ainda bem que Jesus mostrou que Deus ama a todos de forma igual, acreditando Nele ou não. E o que Jesus ensinou sobre Deus é que devemos fazer pelo próximo o que gostaríamos que fosse feito a nós.

Seria muito bom que o mundo deixasse de ser religioso e aprendesse a VIVER perdoando e se perdoando, tendo tolerância, sendo grato, compartilhando, respeitando o próximo e a natureza que temos em volta... 

Faço parte dos "sonhadores" da canção Imagine do John Lennon...


Comentário escrito aqui.
Link da Matéria aqui

13/12/2017

A Água da Eterna realidade

A coisa maravilhosa da Água da Vida é que ela põe cada coisa do tamanho de cada coisa. Ela não é a Água da Magia. Ela não é alucinógena. Não é lisérgica. Ela é Água da Vida.

Portanto, quem a bebe continua tendo que ir ao poço de Jacó para pegar água (H2O) todos os dias. E tem que decidir se o “agora marido” é o marido ou não. No entanto, já não esperará do poço de Jacó nada mágico, nem esperará encontrar no peito de um homem, marido ou amante, o refúgio de Deus e a felicidade eterna.

Além disso, quem bebe da Água da Vida fica vendo montanhas apenas como montanhas, e vê a cidade de Jerusalém apenas como uma cidade.

Quem bebeu da Água da Vida já não ama mais pedras e nem se devota a elas. “Nem neste monte e nem em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Deus é espírito, e importa que Seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.

Quem bebeu da Água da Vida sabe que é de Deus que procede a Fonte da Vida, e que as demais necessidades desta existência são apenas o que cada coisa é, e não há mais ilusão acerca do que elas podem nos dar, ou do que delas se deve esperar.

A Água da Vida é a Água da Verdade e da Realidade. E ela carrega em si mesma o que é. Daí quem dela beber ter em si fontes que saltam para a vida eterna. E vai ao poço de Jacó pegar água com contentamento, e ama sem medo e sem engano.


09/12/2017

Jerusalem como capital de Israel e visão Dispensacionalista.

Minha resposta ao texto publicado aqui, aonde o tema tratado é o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, pelo presidente americano Donald Trump e suas supostas ligações com profecias bíblicas. 

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A visão dispensacionalista leva a interpretações que são diametralmente opostas ao ensino do Senhor Jesus.

Por exemplo, para que Israel como nação volte a ocupar o território que uma vez ocupou e dominou como nação, inclui expulsar e subjugar os que por quase dois milênios viveram na região (e viveram de maneira relativamente pacifica com a maioria judaica que continuou a viver na região desde cerca de 683 d.C., quando o muçulmano Omar conquistou Jerusalém).
Para que o plano dispensacionalista seja cumprido, uma guerra entre Israel e os árabes é inevitável. E Israel precisa vencer.
Cristo, todavia, não ensina a expulsar ou subjugar o diferente, mas nos ensina que devemos amar os nossos inimigos, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mt 5:44). Ao Estrangeiro, Cristo ensina que devemos hospeda-lo (Mt 25:35).

Cidades, por exemplo, nunca foi algo que Deus criou nesta terra. Deus criou um jardim para o homem. Mas o homem na queda edificou cidades (Gn 4:17). Como que Deus teria necessidade que uma cidade fosse “santa”?
Alias, Cristo ensinou que não seria “nem no monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.” (Jo 4:21).

A mesma coisa foi com o Templo. Foi uma criação humana (2 Sm 7:2-7). Inclusive quando o orgulho dos discípulos pelo o que o Templo representava para a fé do povo judeu foi exposto a Cristo, o Senhor disse que a Fé não seria baseada naquele prédio ou naquela estrutura que lá havia, mas que somente quando não houvesse pedra sobre pedra que então o real servir a Deus existiria. (Mc 13:1-2).
Estevão em sua pregação ousadamente expos a Verdade ensinada pelo Senhor Jesus que “o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis? diz o Senhor, Ou qual é o lugar do meu repouso? Porventura não fez a minha mão todas estas coisas?” (At 7:48-50).
Mais adiante, Paulo repete o ensino do Senhor Jesus em Atenas (At 17:24-25).

Em Cristo não ha diferenças entre nacionalidades. O Senhor Jesus atendia Gentios e Judeus da mesma maneira, inclusive vendo nos Gentios mais fé do que nos Judeus (Mt 8:10).
Paulo claramente compreendeu este ensino do Senhor Jesus e ousadamente pregou que “não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo, e em todos.” (Cl 3:11).
Paulo segue ensinando o que do Senhor Jesus aprendera que “tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado;” (Rm 3:9) e que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” (Rm 3:23).

Portanto, todas as divisões e crenças expostas pelo sistema dispensacionalista, são diametralmente opostas aos ensinos de Cristo.
Além do que, a visão dispensacionalista teima em criar um roteiro para a volta de Cristo, como se a Igreja pudesse adiantar, apressar, o momento da volta.
Ora, o Senhor Jesus ensinou que “daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.” Mc 13:32-33

Ele vai voltar! Ele prometeu que voltará e eu creio totalmente nesta promessa! Mas NENHUM HOMEM SABE QUANDO Chegará O TEMPO!

Mas por crer que o Senhor voltará, eu vigio, tal como Ele mandou em Marcos 13:34-37. Vigio lembrando das promessas Dele. Vigio não deixando o amor esfriar em meu coração (Mt 24:12). Vigio para manter acesa a fé Nele (Lc 18:8).

Mas de maneira nenhuma crio roteiro da volta de Cristo. Se eu fizer, vou diretamente contra o que Ele ensinou. “Daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.” Mc 13:32-33


Portanto, tanto Israelitas e Palestinos precisam de crer no Sacrifício único de Cristo, como disse Ravi Zacharias ha algum tempo, para deixar de oferecer seus filhos em sacrifício por causa de terra, prédios, religiões. E assim crendo, olhem, vigiem e orem, porque não sabemos quando chegará o tempo.

17/08/2017

É claro que Deus não é Cristão.


Súplicas pela tolerância entre os credos

Por Desmond Tutu
Via: Alan Capriles

(Trechos do primeiro capítulo do livro “Deus não é Cristão”)

Não é notável que, na parábola do Bom Samaritano, Jesus não dê uma resposta direta para a pergunta “Quem é o meu próximo?” (Lucas 10:29)? Decerto ele poderia ter compilado uma lista de pessoas a quem o escriba poderia amar como a ele mesmo, assim como exigia a lei. Mas Jesus não faz isso. Ao contrário, ele conta uma história. É como se Jesus quisesse, entre outras coisas, ressaltar que a vida é um pouco mais complexa; a vida contém muitas ambivalências e ambiguidades que nem sempre permitem uma resposta direta e simplória.

10/03/2017

Cada pai que abandona um filho não sabe o que está perdendo

Sabe aquelas pregações que você ouve dos pastores e líderes evangélicos?
Então esse cara não é pregador (talvez nem evangélico ele seja) e tampouco a audiência era uma igreja...

Mas que pregação! E que culto!

Entretanto, há quem não entenda assim e prefira o engravatado atrás de um púlpito...



Assista!





19/02/2017

Trem Bala



não é sobre ter
todas as pessoas do mundo pra si
é sobre saber que em algum lugar
alguém zela por ti

é sobre cantar e poder escutar
mais do que a própria voz
é sobre dançar na chuva de vida
que cai sobre nós

é saber se sentir infinito
num universo tão vasto e bonito
é saber sonhar
e então fazer valer a pena cada verso
daquele poema sobre acreditar

não é sobre chegar no topo do mundo
e saber que venceu
é sobre escalar e sentir
que o caminho te fortaleceu

é sobre ser abrigo
e também ter morada em outros corações
e assim ter amigos contigo
em todas as situações

a gente não pode ter tudo
qual seria a graça do mundo se fosse assim?
por isso eu prefiro sorrisos
e os presentes que a vida trouxe
pra perto de mim

não é sobre tudo que o seu dinheiro
é capaz de comprar
e sim sobre cada momento,
sorriso a se compartilhar

também não é sobre correr
contra o tempo pra ter sempre mais
porque quando menos se espera
a vida já ficou pra trás

segura teu filho no colo
sorria e abraça teus pais
enquanto estão aqui
que a vida é trem-bala parceiro
e a gente é só passageiro prestes a partir