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12/07/2019

Ciência se aproxima da criação da vida em laboratório


A ciência se aproxima da criação da vida em laboratório


Três cientistas dão um passo essencial para certificar que é possível explicar o surgimento dos seres vivos sem recorrer a forças sobrenaturais

Águas termais no Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA.


Link da matéria: El País


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Meu comentário a respeito:

Ao ler os comentários desta matéria, vejo o eterno debate "Deus x Ciência".

De um lado os da fé rasa, do literal simplista, que vai tendo seus argumentos engolidos pelas comprovações científicas desde o Renascimento. Se reinventaram. Alguns viraram "apologetas", implementaram filosofias nas suas "Defesas de Deus", mas cada vez se retorcem mais para fazer a fé religiosa caber na lógica.

Do outro lado a arrogância do saber, tão bem relatada na Bíblia, que é intrínseca ao ser humano desde que tivemos consciência do que somos. Arrogância que não permite enxergar o que somos quanto humanos. Arrogância que nos faz lamentar as escolhas de destruição, ao invés de previni-las se fizéssemos nossas escolhas em amor ao próximo.

Já pra mim, eu me deleito ao ler uma notícia dessas. 

"Vós sois deuses" repetia Jesus há dois mil anos. 

"Fareis coisas maiores do que Eu fiz", disse o mesmo Jesus, que enquanto viveu entre os humanos, nunca pisou na Lua, como os humanos depois de dois milênios fariam.

Mas sei que a arrogância humana transforma em mal e destruição tudo o que tem potencial de bem. 

"O homem é o principal diabo do homem", repito o que ouvi alguém dizer há algum tempo...

30/05/2018

Não é para Jesus voltar, vocês não entenderam?

Coisa que mais eu ouço de crente é sobre a volta de Jesus.

Meu, vocês não entenderam que NÃO É pra Ele voltar?

A mensagem Dele é que a gente SE entenda e aprenda a conviver como GENTE nesta terra. Aprendamos a perdoar, relevar, tolerar, sermos gratos, compartilharmos com os que não tem, etc.

E que cuidemos deste planeta de forma sustentável para não acabar com o único ponto cósmico nestas imediações da galáxia que abriga vida igual a nossa.

Quem vai dar o "start" no Apocalipse não será Deus. Seremos NÓS! Vide o Doomsday clock!

Este planeta foi feito pra ser um jardim. E foi feito por Deus e Ele achou BOM.

E Ele fez da gente os jardineiros. Mas infelizmente gostamos de cimentar tudo... E a culpa É NOSSA.


10/05/2017

Fenomenologia, ciência e filosofia X Fé

A fenomenologia e a ciência são filhas da Filosofia. Pela Filosofia você pode viajar pelas pressuposições e pelas variáveis de um determinando fenômeno ou pensamento. Mas somente a materialização do conceito, seja como demonstração prática ou como filosofia/caminho de existência é que podem fazer a demonstração do pensamento realizar-se como saudável ou, pelo menos, como factível; pois, do contrário, a filosofia é apenas um exercício de natureza quântica não aplicada, ou seja: aberto a todas as possibilidades como prováveis... Digo isto, embora veja que verdadeiro pensamento quântico [portanto, para além da Filosofia] tenha abrangência para lidar com o contraditório da não-lógica que a Filosofia não possui em razão de seu culto à lógica linear e sistêmica, muita vezes.

O milagre, todavia, é originário de um mundo no qual a Filosofia é muito básica ainda. E aí entra a constante insistência em amar, limitada pela brevidade da vida, permeada pela maldade interior que constantemente transforma os nossos espasmos de bem que criamos em mal, destruindo [destru- indo, de forma repetida, continuada e incessante] aquilo que instintivamente continuamos a fazer crescer e progredir.

É desprimoroso de se notar que chegamos a pontos excludentes, aonde as nossas limitações [inclusive filosóficas] nos faz refutar de forma estulta a liberdade escancarada da fé, que não necessita de tais fronteiras e artefatos, mas também as envolve, engloba e integra, de forma alguma as excluindo. Fé que é o mover na realização do bem em palavras e atos.
 
 
Bate papo ocorrido no facebook.

09/01/2017

Jesus vive




O Papiro P52 da Biblioteca de Rylands ou Papiro Biblioteca Rylands 52 (Papyrus Ryl. Gr. 457, i J. Rylands Library), conhecido como o "fragmento de São João", é um fragmento de papiro exposto na Biblioteca de John Rylands, Manchester, Reino Unido.

Escrito em grego antigo, o papiro contém parte do capítulo 18 do Evangelho segundo João, estando, na frente, os versículos 31-33 e, no verso, os versículos 37 e 38.

Embora Rylands P52 seja aceito geralmente como registro canônico, ainda não há um consenso entre os críticos sobre a datação exata do papiro.

Alguns historiadores afirmam que o papiro com o texto do Evangelho de João (18:31-33,37-38), teria sido escrito entre o período de 100 a 125 d.C.. Outros argumentam que o estilo da escrita, leva a uma data entre o anos 125 e 160 d.C..

Independentemente destas diferenças, o manuscrito foi amplamente aceito como o texto mais antigo de um evangelho canônico, tornando-se assim, o primeiro documento que se refere à pessoa de Jesus. De qualquer modo, o papiro, que conta parte da história de Jesus de Nazaré, remonta a poucos anos após a morte de seu discípulo João. 
Há ainda os papiros de Chester Beatty, que são de datas próximas dos papiros de John Rylands.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro_P52
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_New_Testament_papyri

O Novo Testamento foi melhor preservado em manuscritos do que qualquer outro livro antigo, possuindo mais de 5400 manuscritos gregos completos ou fragmentos de manuscritos, 10000 manuscritos em latim e 9300 manuscritos em diversos outros idiomas antigos incluindo siríaco, eslavo, gótico, copta e armênio. Alguns desses manuscritos foram escritos menos de cem anos após os originais. Para efeito de comparação, há somente sete cópias manuscritas dos escritos de Platão, escritas aproximadamente 1200 anos após os originais.




22/04/2016

A Sinfonia da Criação.

Uma orquestra que iniciou o primeiro ato no "Haja Luz"...

A "trilha sonora" dos primeiros milhares de anos, chamados por Deus apenas de "tarde e manhã do dia primeiro" retumbante com suas explosões, colisões, átomos sendo formados em fusões nucleares, planetas sendo formados, vulcões, resfriamento...

"E viu Deus que era bom..."

Trovoadas e tempestades logo entram na trilha sonora da criação. A crosta esfria. A sinfonia entra numa breve pausa...

Ventos de um lado e do outro varrem o solo virgem, porém desértico. Logo, um rebento nasce, precisando de água e sol para crescer.
Nesta dimensão os anos passam, na outra, foi apenas "a tarde e a manhã do dia terceiro".

E na sinfonia da criação, ventos chacoalham folhas nas árvores, frutos caem maduros e rolam pelo chão...

Mas Quem cria é irrequieto. Peixes, repteis, aves! "Cresçam e se multipliquem!"

A sinfonia é enriquecida com coachos, zumbidos, piados…

Logo Aquele que É, irriquieto como tal, cria um ser à sua imagem. “Sujeitai-a!”, ordena ao homem e a mulher..

“Tudo era muito bom” na tarde e manhå do dia sexto…

E Deus descansou…

Logo, a sinfonia é tomada por sons ofegantes.
Ouve-se um grito: “Estamos nus!”, dizia a criação feita à imagem de Deus.

“Maldita é a terra por causa de ti” foi bradado pelo Eterno.

E a sinfonia é conduzida em partituras melancólicas, macabras, angustiosas e aflitas…
Gritos abafados por um diluvio, a criação perece por causa do homem.

Uma Lei foi dada. Mas os lavradores pouco caso deram.
Servos enviados, foram espancados e expulsos.

A sinfonia entra em suspense.
“Mandarei o meu filho amado!”, disse O Dono de tudo.

“Matemo-lo!” é bradado do outro lado.

Escarnio, deboche, urros de dor.
Um Galo canta.
Mulheres choram.

Na sinfonia houve-se nitidamente um martelo batendo num prego. A dor penetra na alma de quem ouve!

Horas se passam. O cansaço é profundo.
O Sol se esconde.

“Pai, perdoa-lhes” é aguardada e precisamos ouvir.

Porém logo a sinfonia chega ao ápice com o grito principal, ja dado desde antes dos tempos:


“ESTÁ CONSUMADO!"     




26/01/2016

A Criação como testemunha do Evangelho Eterno!




Paulo disse que pela manifestação de Deus na Criação, por tudo o que ele via de modo espetacular, grandioso, magnífico, imenso, misterioso e lindo, mesmo quando fosse catastrófico — se poderia discernir Deus, Seu eterno poder e Sua divindade.

Ou seja: ele disse que quem Deus era [os atributos invisíveis de Deus] poderia ser percebido por meio das coisas criadas.

Portanto, para Paulo, a Criação era uma das maiores pregadoras do Evangelho do Amor Eterno entre homens; dando testemunho do cuidado, da harmonia, da generosidade natural, das ofertas infindas de bens orgânicos, minerais e vegetais; e, assim, ecoando as Palavras de Jesus, quando disse que o Pai fazia vir bondades sobre todos, maus e bons, justos e injustos.

16/12/2015

Transformando Água em Vinho... via fusão e fissão nucleares.


Transformação da Água em Vinho
Transformação da Água em Vinho na Visão Física.
Posted by Bíblia, Ciência e Fé on Friday, 5 June 2015

25/08/2015

Noé e o dilúvio

Hoje li um texto sobre uma defesa ao texto bíblico conhecido como Dilúvio de Noé.

O autor do texto rechaçava relatos de outras histórias humanas a respeito de um dilúvio universal, e afirmava como verídico apenas a história literal expressa na Bíblia, afirmando que confrontá-la é também confrontar a historicidade de Cristo:

“Não crer no Dilúvio e no relato sobre Noé, é o mesmo que negar a fé em Jesus e chama-lo de mentiroso; também põem em dúvida outros escritores Bíblicos de peso que mencionam o dilúvio como acontecimento real e não obra de ficção.” [1]


Minha fé nos relatos bíblicos não é literal. Compreendo que as Escrituras, por mais que possam ser inspiradas, foram redigidas por homens, que são seres limitados.
Portanto o relato de Noé também passa pela mesma limitação. “Universal” se restringe ao conhecimento daquela sociedade contemporânea.

Aplico a mesma compreensão à inúmeras passagens históricas que terminam como “Até o dia de hoje” (1 Reis 12:19, Josué 23:8, Mateus 27:8, 2 Samuel 4:3, 2 Crônicas 10:19, Gênesis 26:33, etc).


Enfim, sem delongas, creio no personagem histórico de Noé. Não creio na cronologia dos fatos (100 anos para fazer a Arca, 950 anos de vida, etc), pois a noção de ano, só veio com o desenvolvimento da agricultura, aonde os povos primitivos então compreenderam o ciclo das estações. É muito provável que o desenrolar das fases lunares fossem tratadas como “Anos” na concepção antiga [2].

950 “anos de vida” em fases lunares se traduziriam em cerca de 80 anos atuais.


Agora, quanto ao dilúvio em si, eu creio que houve uma chuva de vários dias aliada com um alagamento.

Há muitos anos é pesquisada áreas do atual Mar Negro, norte da Turquia, aonde há evidências de uma ruptura do antigo Istmo de Bósforo, provocando uma cascata de água salgada proviniente do Mar Mediterrâneo, que alagou 155 mil km2 da antiga depressão do Mar Negro.

A força da água foi medida em 42 km3 por dia, cerca de 200 vezes o volume atual das Cataratas do Niágara, entre EUA e Canadá. Tal torrente durou cerca de 300 dias [3].


Algumas pessoas podem achar que crer assim me faz um descrente ou herege.
Confesso que um fator assim apenas serve para aumentar a minha fé no acontecimento.


E para aqueles que tem fé no Livro e não no Verbo, fico com o que João nos disse:

“Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém.”
João 21:25


05/05/2015

ETs: Não estamos sozinhos



por Pedro Burgos (2008)

Você mora na periferia de uma cidade do interior. Em termos cósmicos, pelo menos. Sua casa é uma rocha cheia d’água que gira num cantinho da galáxia, bem longe do movimentado centro. O Sol, esse reator nuclear com diâmetro de 1,4 milhão de quilômetros, é só uma entre os 300 bilhões de estrelas da Via Láctea. Uma galáxia bem pacata, por sinal. A verdadeira megalópole deste pedaço do Universo é Andrômeda, nossa galáxia vizinha, com 1 trilhão de sóis.

Não, não estamos nada sozinhos no Cosmos. Além de Andrômeda, há pelo menos outros 125 bilhões de galáxias no Universo visível. E, se respeitarmos a lógica, o que não falta em cada uma delas são planetas, muitos planetas. Como disse o astrônomo Carl Sagan sobre a vida lá fora: “Deve haver bilhões de trilhões de mundos. Então por que só nós, jogados aqui num canto esquecido do Universo, seríamos afortunados?”

A descoberta de que estamos no meio de um Universo tão vasto e rico é relativamente recente: começou na 2a metade do século 20. E as provas de que, sim, existem mesmo planetas em outras estrelas se trata de algo mais novo ainda. Isso tudo deu uma guinada na ciência, a ponto de a exobiologia, que estuda a possibilidade de vida fora da Terra, ter subido de status. “Quando cunharam o termo exobiologia, [nos anos 60] ele foi ridicularizado como uma ‘ciência sem objeto de estudo’.? Mas a maré científica mudou e hoje há um entusiasmo crescente em tentar achar vida em outros lugares do Universo”, diz a astrônoma Jill Tarter, da Universidade da Califórnia, no livro The Search for Life in the Universe, (“A Busca da Vida no Universo”), inédito em português.

Outros vão mais longe e apostam que não só a vida é inevitável lá fora mas civilizações tão ou mais avançadas que a nossa também. Como já disse o físico de Harvard Paul Horowitz: “Vida inteligente no Universo? Garantido. Na nossa galáxia? Extremamente provável”.

De onde vem tanta empolgação?

16/04/2014

O Universo veio do nada

O surgimento do Universo sempre foi questão intrigante para muitos.

No meio da Física, é aceito largamente a Teoria do Big Bang, aonde houve uma explosão da onde deu início ao Universo que vivemos.

Uma grande questão atormentava os cientistas desde então: O que havia antes do surgimento do Universo?

Um trio de físicos chineses anunciaram dias atrás que o Universo surgiu do nada.