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19/08/2019

O Senhor de Sidarta, Sócrates, Freud, Jung e quem quiser


Os gregos nunca pensaram o amor como felicidade sem dor. Suas tragédias pereciam revelar que sem dor ninguém ama e nem vive; mesmo que por isto morra a morte dos amantes da vida que é vivida por amor.

"Tragédia grega!" — dizemos nós do que é amor impossível ou extremamente doído.

No entanto, justamente por esta razão o sentido de amor apaixonado foi objeto de pânico por parte deles. Estar apaixonado era estar louco; algo a ser evitado a todo custo; pois seria por tal entrega à loucura do amor que a pessoa experimentaria a tragédia; pois, para eles, amor era mais desejo e obsessão de posse do que qualquer outra coisa; apesar de Sócrates e Platão terem ensinado outra coisa.

16/07/2018

Paraíso

(…) Por isso mesmo o próprio Paraíso bíblico é um estado de espírito, uma condição bem-aventurada de SER... Até quando Jesus disse que no Céu haveriam muitas moradas, foi para acrescentar que, dessa maneira, “onde Eu estiver, estarão vocês também”. O Céu, portanto, é Ele! E sendo assim não se trata de uma eternidade fazendo turismo por lugares impensáveis no Universo da Espiritualidade. Se trata de curtir a eterna presença da mais fascinante Pessoa de todos os Universos.
(…)
Porque se a vida nunca tem fim é nesse tipo de Vida que eu creio para depois do fim. Vida na qual “onde” Ele estiver, estaremos nós também!

E por enquanto, encaro a maturidade de saber que desde o Gênesis, já não há paraísos terrestres. O paraíso na Terra é amar aos que se tem com o melhor amor possível de se destinar a alguém. O paraíso na Terra é ser amado também...

Trecho retirado de uma postagem do Marcelo Quintela