Estou compilando a Lista abaixo. A parte “Para ser salvo
de acordo com a Bíblia” já está pronta.
Gostaria de pedir aos leitores ajuda para terminarmos de
compilar a parte “Para ser salvo de acordo com as igrejas”.
Será que a Lista tem fim?
Para ser salvo de acordo com as igrejas
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Para ser salvo de acordo com a Bíblia
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Homens
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Mulheres
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Homens
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Mulheres
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Crer
em Jesus como Salvador, se Batizar, participar da ceia do Senhor, dar bom
testemunho, seguindo as obras abaixo para conquistar a salvação.
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Crer
em Jesus como Salvador, se Batizar, participar da ceia do Senhor, dar bom
testemunho, seguindo as obras abaixo para conquistar a salvação.
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Crer
em Jesus como autor e consumador da fé, sendo Ele o único caminho que, nos
justificando pela fé, nos salvará da ira de Deus que há de vir sobre o mundo.
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Crer
em Jesus como autor e consumador da fé, sendo o único caminho que, nos
justificando pela fé, nos salvará da ira de Deus que há de vir sobre o mundo.
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Não
beber bebidas alcoólicas
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Os dos homens mais:
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As
boas obras são consequências daquele que ama a Deus. As obras são de caráter
e nunca de usos e costumes.
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As
boas obras são consequências daquele que ama a Deus. As obras são de caráter
e nunca de usos e costumes.
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Não
ouvir música do mundo
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Não cortar os cabelos e usar véu.
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Não
ter ou assistir TV
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Não
pintar unhas, depilar sombrancelha, nem usar maquiagem
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Não
falar palavrões
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Não
usar roupa transparente ou manga curta.
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Não vestir camiseta
cavada
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Vestir
saia com dois dedos debaixo do joelho
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Não ter cabelos
crescidos
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Irmão Hp, posso acrescentar algumas listas abaixo para serem salvos de acordo com as "igrejas", servindo para homens e mulheres:
ResponderExcluir- Ouvir a palavra no púlpito constantemente, pois a maioria das denominações herdou do catolicismo este ensino de que Deus fala face a face somente no púlpito, e alguns chamam de altar de Deus, sendo assim vão ao templo para buscar a palavra para serem salvos constantemente, como que a pessoa pudesse perder e salvar constantemente;
Refutação: o correto não seria ouvir a palavra de Deus (pois esta está na bíblia) e sim ouvir a ministração da palavra de Deus, pois quem vai ministrar a Mesma, está sujeito a erros e a própria palavra de Deus nunca falha;
- Não praticar esportes;
- Dar ofertas constantemente para a dita "igreja", senão a benção não vem, um tipo de barganha;
- Não ir ao cinema;
- Não poder ir ao teatro;
- Não ir ao circo;
- Frequentar os cultos para se adquirirem a salvação da alma, com jargões do tipo: "Você fulano vai na tua "igreja" para buscar prosperidade e eu vou na minha (com um tom de arrogância) para buscar a salvação de minha alma, sendo que tal pessoa é da mesma laia do que os da teoria da prosperidade;
Refutação: Aqui dá a impressão que você que faz isto, está comprando a entrada no céu por ser assíduo nos cultos e que não dependesse da salvação expiatória de Jesus na cruz e posteriormente de você crer na sua pessoa, pois é só assim que fomos, somos e sempre seremos salvos (passado, presente e futuro), sendo assim (com a pretensão de assiduidade nos cultos para comprar a salvação) a salvação dependerá da sua assiduidade nos ditos cultos;
- Em algumas denominações a entrada no céu depende ou não da execução do funeral para o falecido, sendo que se faz esta cerimônia sempre exaltando o defunto e suas OBRAS, e senão é feito o funeral este não herdará o céu, pois foi um "pecador". Depois querem falar mal da missa do 7º dia, vai entender.
Depois se eu lembrar de mais alguma eu posto.
Abraços
Irmão Antonio , quando a Palavra pregada no púlpito é inspirada pelo Espírito de Deus , ela também é a Palavra de Deus.
ResponderExcluirIrmão Antonio , quando a Palavra pregada no púlpito é inspirada pelo Espírito de Deus , ela também é a Palavra de Deus.
ResponderExcluirSônia, a palavra de Deus é pregada (ministrada) em qualquer lugar e a pessoa que faz isto, está pregando a palavra de Deus, pois está utilizando a bíblia para fazer isto, todavia a palavra de Deus, ela nunca é falível, e o pregador por mais que esteja falando ou pregando a palavra de Deus, este sim é falível, por isto que Paulo fala para julgar quem estiver pregando:
Excluir1Co 14:29 E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
Então na pregação da palavra de Deus, o pregador que está falando tem que falar de acordo com a bíblia, por isto que Paulo pede para que o mesmo seja julgado (a ministração da palavra), para não falar abobrinha, como tem muito acontecido no seio da cristandade.
Sônia e demais leitores, vou narrar um testemunho que aconteceu comigo. Estava em um culto numa cidade na minha antiga denominação onde vem gente de todo quanto é lado para ouvir "a palavra de Deus" deste irmão. No auge da pregação da palavra, (estava aquela euforia total, sendo na gíria evangélica denominada de VIRTUDE), este irmão dispara a seguinte palavra ou profetada como falam:
"Irmão para ser chamado é Deus quem te chama, mas para ser escolhido é você que se escolhe".
Imagine só, a cristandade em geral ajudou no glória (como dizem), sem se tocaram do que este dito cujo falou, colocando em cheque a soberania de Deus. Mas nestes cultos não podem fazer o que Paulo disse para fazer, pois só um é quem prega e os demais ficam iguais zumbis, somente ouvindo:
1Co 14:29 E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
Então eu pergunto a você Sônia, nesta hora da ministração da palavra de Deus, este deslize que o pregador cometeu era a palavra de Deus? Se sim, então você está enganada, pois a palavra de Deus nunca tem deslizes.
Abraços.
Sônia,
ExcluirO risco é a falta de garantia acerca de 'QUEM' está falando....
Eu acho o seguinte: que é uma sacanagem o que os religiosos colocam como sendo Deus falando e que tem gerado loucura, neurose, opressão, medo, pânico, surto psicológico, descrença, raiva, desesperança... É coisa de doido!!!
ExcluirDeus não é neurótico nem manda cartomante bíblico opressor falar em Seu Nome pra destruir os sonhos, as perspectivas e as alegrias das pessoas. Essa não é a proposta de Jesus para nossas vidas. Isso é heresia pura!
O Espírito de Deus é que nos convence do pecado e não um representante no púlpito. Mas SOMENTE o Espírito de Deus que habita no espírito do que crê em Deus! E não em seus supostos representantes.
Precisamos urgentemente sair dessa redoma religiosa que finge 'salvar' quando na realidade só aprisiona e engana.
Acrescente a lista irmão HP esta daqui que é usada em quase todas as denominações:
ResponderExcluir- Um salvo pode perder a sua salvação de acordo com as doutrinas destas "igrejas".
Coloco abaixo uma resposta do irmão Nelson Darby que se reunia ao nome do Senhor Jesus, que respondeu a esta pergunta:
"Quando John Nelson Darby ministrava sobre a segurança eterna do crente e a impossibilidade de um verdadeiro salvo perder-se, alguém o interrompeu perguntando:
- Mas suponha que um cristão vire suas costas para a luz; o que acontecerá então?
- A luz continuará brilhando sobre suas costas - foi a resposta."
Abraço a todos.
Quero melhorar a tua lista irmão HP, pois você escreveu assim:
ResponderExcluir"Crer em Jesus como Salvador, se Batizar, participar da ceia do Senhor, dar bom testemunho, seguindo as obras abaixo para conquistar a salvação."
Complementando a tua resposta, a maioria das denominações o batismo é salvífico e OBRIGATORIAMENTE por IMERSÃO, e tendo o caráter de remissão de pecados, esquecendo que na graça o batismo não é para remissão de pecados e sim de consequência de sua conversão genuína em Cristo. Nesta lista também, colocam-se a CEIA como sendo por obrigação para se conseguir a salvação, tirando descontextualizadamente o trecho que Jesus fala de quem não comer da sua carne e não beber do seu sangue não tem parte Comigo.
Continuemos a lembrar mais barbáries ditas em nome de Deus.
Nesta lista também, colocam-se a CEIA como sendo por obrigação para se conseguir a salvação,
Excluirirmão Antonio , sinceramente? Sendo obrigado ou não , eu a tomaria , pois é um momento tão sublime feito em memória a Ele , um momento em que derramamos toda a nossa gratidão aos pés do Senhor Jesus , embora isso diante do que Ele fez é tão pouco. Eu sei..rsss temos que carregar essa gratidão todos os dias em nosso corações... Mas, é um momento em que nos reunimos com a mesma fé , comunhão , a mesma intenção, o mesmo Espírito(claro, nem todos) gratos pelo que Ele fez. Eu tenho certeza que Ele recebe como "incenso suave" quando feito de sincero e puro coração, por que Deus não pensa como o homem , Ele olha a intenção dos corações! Ele quer a sinceridade dos nossos corações
Sônia, nunca se participa da ceia com a intenção de se barganhar a entrada no céu, pois isto desfaria a obra salvífica da cruz de Jesus e colocando a salvação por obras, pois muitos infelizmente falam assim, como foi dito pra mim:
Excluir"Ué irmão, se vc abandonar os teus irmãos da tua denominação e não participar da SANTA CEIA você não tem parte com o Senhor Jesus, pois Ele mesmo falou assim: quem não come a minha carne e bebe o meu sangue não tem parte Comigo" (mais ou menos isto que este "irmão" falou pra mim).
Então eu te pergunto. Como pode alguém participar da ceia achando que está comprando a entrada no céu fazendo assim uma barganha com Deus?! Isto é pura heresia, pois a Ceia é para memorizar a morte de Jesus, pois deu sua vida por nós e não é um tipo de trocadilho, onde se eu participo estou conseguindo me manter na graça, se eu não participar da ceia eu posso perder a minha salvação. Isto é pura heresia!
Abraços.
irmão Antonio
ExcluirPara dizer a verdade meu irmão , eu não faço nada com interesse em barganhar o céu . Faço tudo por prazer e amor ao Senhor Jesus ou então ao meu próximo. Se não for de coração , com amor ,não faço. Nem penso se isso vai me levar para os céus ou não. Se fizer alguma coisa com interesse em herdar os céus não será um ato espontâneo, mas egoísta e até forçado. Estou enganando a mim mesma.
Saia com dois dedos abaixo do joelho???? Isso é uma completa HERESIA!! Como a mulher pode mostrar pra os outros que ela ora mais se não pode exibir os SANTOS calos dos joelhos?! Protesto!
ResponderExcluirO Antônio esqueceu de acrescentar à lista, o principal:
ResponderExcluirCORTAR OS PULSOS (homens e mulheres)
Irmão ANTONIO escreveu "Irmão para ser chamado é Deus quem te chama, mas para ser escolhido é você que se escolhe".Então eu pergunto a você Sônia, nesta hora da ministração da palavra de Deus, este deslize que o pregador cometeu era a palavra de Deus? Se sim, então você está enganada, pois a palavra de Deus nunca tem deslizes.
ResponderExcluirEu entendi o que foi falado e na minha opinião está certo. Deus não faz acepção de pessoas e deseja que toda a alma se salva. Mas, o próprio Senhor Jesus disse lá em S. Mateus: Nem todos que dizem Senhor , Senhor herdarão o Reino dos céus, mas aquele que fazer a vontade do meu Pai que está no céu"Então , na minha humilde opinião , primeiro ouvimos o chamado da voz de Jesus CRISTO ,e depois teremos que fazer a vontade do Pai Celestial. E qual é a vontade do Pai Celestial? É andar em santidade , pois conforme Ele mesmo disse , "sede santos porque Eu sou Santo" e dar frutos do Espírito: caridade,humildade,justiça, alegria , bondade, mansidão , altruísmo, fidelidade, etc... renunciando aos desejos da carne e rejeitando todo o mal.
Conclusão : os que ouvem a voz de Jesus Cristo (chamado) e fazem a vontade do Pai Celestial serão os escolhidos.
ExcluirESFORÇA-TE QUE EU TE AJUDAREI!!!
Sônia, a questão é simples, é a soberania de escolher quem Ele quer. Não estou falando da predestinação da perdição, pelo contrário, mas sim da predestinação para salvação. É Deus quem escolhe e ponto final. Não vou ficar citando versículos bíblicos para mostrar o sentido da predestinação de Deus, mas apenas citarei este:
ExcluirNão fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.
João 15:16
Agora sobre santificação vejo em você um ledo engano como a maioria, pois acha que a santificação, abre aspas para o comentário do C. H. Mackintosh. "Temos ouvido, com certa frequência, pessoas se referirem à santificação como se fosse um trabalho progressivo, por meio do qual nossa velha natureza seria gradativamente melhorada. Além disso, afirmam que enquanto esse processo não atingir o seu clímax, ou seja, enquanto a natureza humana, caída e arruinada, não for completamente santificada, não estaremos preparados para o céu.
Tanto as Escrituras como a experiência prática de todos os crentes são totalmente contrárias a tal pensamento. A Palavra de Deus não nos ensina que o Espírito Santo tenha como objetivo o aperfeiçoamento, mesmo que gradual ou de que forma for, de nossa velha natureza -- aquela mesma natureza que herdamos, por nascimento natural, do caído Adão. O apóstolo inspirado declara expressamente que "o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente" (1 Co. 2:14). Esta passagem é clara e conclusiva quanto a este ponto. Se o "homem natural" não pode "compreender", nem "entender", "as coisas do Espírito de Deus", como poderia este mesmo "homem natural" ser santificado pelo Espírito Santo? Não está evidente que falar em santificação de nossa natureza está em oposição direta ao ensinamento de 1 Coríntios 2:14? Outras passagens poderiam ser acrescentadas para provar que o desígnio das operações do Espírito não é o de aperfeiçoar ou santificar a carne, porém não há necessidade de multiplicar as citações bíblicas. Algo que está completamente arruinado não pode nunca ser santificado.
Continua...
Não importa o que se faça com a velha natureza ela continua arruinada, e, com toda a certeza, o Espírito Santo não desceu para santificar a ruína, mas para conduzir o arruinado a Jesus. Ao invés de encontrarmos qualquer tentativa de santificação da carne, lemos que "a carne cobiça (ou milita) contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro" (Gl. 5:17). Poderia o Espírito Santo ser apresentado como efetuando um combate contra aquilo que Ele estaria gradualmente aperfeiçoando ou santificando? Acaso não cessaria o conflito tão logo o processo de aperfeiçoamento tivesse atingido o seu ponto máximo? No entanto, será que o conflito do crente alguma vez cessa enquanto ele estiver no corpo?
ExcluirIsto nos leva à segunda objeção à teoria errônea da santificação progressiva da nossa natureza, a saber, A objeção criada pela sincera experiência prática de todos os crentes. Você, que lê estas linhas, é um verdadeiro crente? Se for, acaso já notou algum aperfeiçoamento em sua velha natureza? Há nela algum aspecto que seja melhor agora do que quando começou em sua vida cristã? Talvez agora você possa, e é certo que pela graça deverá poder, subjugá-la com maior rigor, mas será que ela melhora com isso? Se ela não for mortificada, estará sempre pronta para surgir novamente e se mostrar com a mesma vileza de sempre. A carne em um crente não é em nada melhor do que a carne em um incrédulo. E se o cristão não tiver firme em sua mente que o EU deve ser julgado, ele logo irá aprender, por amarga experiência, que sua velha natureza é tão má agora como sempre o foi; e continuará assim até o fim.
Continua...
É difícil conceber que alguém, que é levado a esperar uma melhora gradativa de sua natureza, possa desfrutar de um momento de paz, uma vez que tal pessoa não poderá deixar de ver, caso examine a si mesma à luz da Palavra de Deus, que seu velho EU -- sua carne -- é o mesmo de quando ele caminhava na escuridão moral de seu estado de inconverso. O seu caráter e a sua condição estão, de fato, bastante mudados pela posse de uma nova natureza, sim, de uma "natureza divina" (2 Pd. 1:4), e pela incorporação do Espírito Santo para dar cumprimento à Sua vontade. Mas, no momento em que é permitido que a velha natureza volte a agir, o crente a encontrará, como sempre, em completa oposição a Deus.
ExcluirNão temos qualquer dúvida de que, na sua grande maioria, a melancolia e o abatimento de que muitos crentes se queixam podem ser uma consequência da má compreensão deste importante assunto que é a santificação. Muitos estão procurando o que nunca podem encontrar; estão buscando a paz com base em uma natureza santificada ao invés de a procurarem no sacrifício perfeito; buscam-na num contínuo trabalho de santidade quando deveriam buscá-la numa completa obra de expiação. Tais pessoas consideram uma presunção crer que seus pecados estão perdoados enquanto sua natureza má não estiver completamente santificada e, ao perceberem que nunca alcançam isto, acabam por não desfrutar de uma completa certeza de perdão, vivendo, consequentemente, uma vida triste. Em poucas palavras, estão buscando um fundamento totalmente diferente daquele que Jeová afirma haver colocado, e vivem, por conseguinte, uma vida de incertezas. A única coisa que parece dar-lhes uma centelha de conforto é algum esforço aparentemente bem sucedido em sua luta por santidade pessoal. Se tiverem um bom dia, se forem favorecidos com um período de agradável comunhão, se puderem usufruir de um sentimento pacífico e devoto, estarão prontos a proclamar: "Tu, Senhor, pelo Teu favor fizeste forte a minha montanha" (Sl. 30:7).
Continua...
Mas, oh! quão deplorável é o fundamento para a paz de espírito que tais coisas oferecem! Tais coisas não são Cristo, e enquanto não estivermos cientes de que nossa posição diante de Deus é em Cristo, a paz não poderá se estabelecer. A alma que verdadeiramente se apossou de Cristo é deveras desejosa de santidade, porém está ciente do que Cristo é para si. Tal pessoa encontrou seu tudo em Cristo, e o desejo supremo do seu coração é crescer à Sua semelhança. Esta é a verdadeira santificação prática.
ExcluirFrequentemente ocorre que pessoas, ao falarem de santificação, tenham em mente a coisa certa, apesar de não conseguirem se expressar de acordo com os ensinamentos das Sagradas Escrituras. Há também muitos que vêem apenas um lado da verdade acerca da santificação, sem enxergarem o outro, e, embora possamos estar parecendo alguém que faz dos outros transgressores da Palavra, é sempre mais desejável, ao falarmos de qualquer assunto relativo à Palavra e ainda mais deste assunto de tanta importância como é a santificação, que falemos de acordo com a divina integridade da Palavra de Deus. Devemos, portanto, apresentar aos nossos leitores algumas das principais passagens do Novo Testamento nas quais esta doutrina é exposta. Estas passagens irão nos ensinar duas coisas: o que é santificação e como é efetuada.
A primeira passagem à qual chamaremos a atenção é 1 Coríntios 1:30: "Mas vós sois dEle, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção". Aqui aprendemos que Cristo "foi feito" todas estas coisas. Deus nos tem dado, em Cristo, um precioso porta-jóias, e quando o abrimos com a chave da fé, a primeira jóia que resplandece aos nossos olhos, na sabedoria de Deus, é: "justiça"; então, "santificação" e, finalmente, "redenção". Temos isso tudo em Cristo. Quando recebemos um, recebemos todos. E como recebemos um e todos? Pela fé. Então, por que o apóstolo cita redenção por último? Porque ela se cumpre no livramento final do crente de seu corpo, de sob o poder da mortalidade, quando a voz do arcanjo e a trombeta de Deus deverá levantá-lo do túmulo, ou transformá-lo, "num abrir e fechar de olhos". O corpo está agora numa condição e, "num momento", estará em outra. No curto espaço de tempo expressado pelo rápido movimento das pálpebras, o corpo passará da corrupção para a incorrupção; da desonra para a glória; da fraqueza para o poder. Que mudança! Será imediata, completa, eterna!
Continua...
Mas o que devemos aprender do fato de a "santificação" estar colocada naquele grupo juntamente com "redenção"? Aprendemos que aquilo que a redenção será para o corpo, a santificação é agora para a alma. Em poucas palavras, santificação, no sentido em que é aqui usada, é imediata e completa -- um trabalho divino. No que diz respeito à santificação e à redenção, uma não é mais progressiva do que a outra. Uma é tão completa e independente do homem quanto a outra. Sem dúvida, quando o corpo tiver passado pela gloriosa mudança, haverá picos de glória a serem atingidos, profundezas de glória a serem penetradas e extensos campos de glória a serem explorados. Todas estas coisas irão nos ocupar através da eternidade. Mas, então, a obra para nos preparar para tais cenas será feito em um momento. O mesmo sucede com relação à santificação: seus resultados práticos estão constantemente se apresentando, mas ela, em si mesma, trata-se de algo realizado em um só momento.
ExcluirQue imenso alívio seria para milhares de almas zelosas, ansiosas e batalhadoras, se compreendessem isto e tivessem uma apropriada possessão de Cristo como santificação! Quantos estão se empenhando em realizar uma santificação por si mesmos! Após muitos esforços infrutíferos buscando conseguir justiça em si mesmos, foram a Cristo para obtê-la; e, no entanto, não querem fazer o mesmo quando se trata de buscar por santificação. Receberam "justiça sem obras" e esperam conseguir santificação com obras. Receberam justiça pela fé, mas acham que a santificação deve ser conseguida por esforço próprio. Não percebem que recebemos santificação exatamente da mesma maneira que recebemos justiça, visto que Cristo "para nós foi feito por Deus" tanto uma coisa como outra. Recebemos a Cristo pelo esforço? Não, mas pela fé! Pois "aquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça" (Rm. 4:5). Isto se aplica a tudo o que recebemos em Cristo. Nós não estamos autorizados a separar de 1 Coríntios 1:30 o assunto da santificação, colocando-o em um plano diferente das outras bênçãos que o versículo engloba. Também não temos sabedoria, justiça, santificação e, tampouco, redenção em nós mesmos; e nem podemos adquiri-las por algo que possamos fazer; mas Deus fez com que Cristo fosse todas estas coisas em nós. Nos dando Cristo, Ele nos deu tudo o que está em Cristo. A plenitude de Cristo é nossa, e Cristo é a plenitude de Deus.
Em Atos 26:18, é falado, com respeito aos gentios convertidos, como recebendo "a remissão dos pecados, e sorte entre os santificados pela fé". Aqui a fé é o instrumento pelo qual nos é dito para sermos santificados, pois nos liga com Cristo. No exato momento em que o pecador crê no Senhor Jesus Cristo, é ligado a Ele. É feito UM com Ele, completo nEle, aceito nEle. Isto é verdadeira santificação e justificação. Não se trata de um processo. Não é um trabalho gradual. Não é progressiva. A palavra está bem explícita. É dito: "...os santificados pela fé em mim". Não diz "...os que deverão ser santificados", ou "...os que estão sendo santificados". Se esta fosse a doutrina, assim ela seria exposta.
Continua...
Não há dúvida de que o crente cresce no conhecimento de sua santificação, na consciência do poder e do valor que ela tem, na sua influência e seus resultados práticos, e na experiência e gozo dela. Tão logo a verdade derrame sua luz divina sobre a alma, o crente entra numa compreensão mais profunda daquilo que envolve o fato de se estar separado para Cristo, em meio a este mundo satânico. Isso tudo é abençoadamente verdadeiro, mas quanto mais a verdade é visualizada, mais claramente iremos entender que santificação não é meramente um trabalho progressivo operado em nós pelo Espírito Santo, mas é o resultado de nossa ligação a Cristo pela fé, por meio da qual nos tornamos participantes de tudo o que Ele é. Este é um trabalho imediato, completo e eterno. "...tudo quanto Deus faz durará eternamente: nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar." (Ec. 3:14). Se Ele justifica ou santifica, "durará eternamente". O selo da eternidade é fixado sobre todo o trabalho da mão de Deus; "nada se lhe deve acrescentar" e, louvado seja o Seu nome, "nada se lhe deve tirar".
ExcluirHá passagens que apresentam o assunto em outro aspecto, -- o resultado prático no crente de sua santificação em Cristo, o que pode exigir uma consideração mais apurada daqui para frente. Em 1 Tessalonicenses 5:23, o apóstolo roga aos santos aos quais se dirige: "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo". A palavra santifique, aqui, está no sentido de se distinguir determinadas classes de santificação. Os Tessalonicenses tiveram, assim como todos os crentes, uma perfeita santificação em Cristo, porém, no que se refere à apreciação e manifestação prática dessa santificação, isto foi apenas consumado em parte, razão pela qual o apóstolo roga para que eles fossem totalmente santificados.
Continua...
É digno de nota que nesta passagem nada é dito a respeito da carne. Nossa natureza caída e corrompida é sempre tratada como algo irremediavelmente arruinado. Ela foi pesada na balança e achada em falta. Foi medida por um padrão divino e se mostrou insuficiente. Foi conferida por um fio de prumo divino e provou estar desaprumada. Deus a rejeitou. A velha natureza encontrou o seu fim perante Deus e foi por Ele condenada e entregue à morte (Rm. 8:3). Nosso velho homem está crucificado, morto e sepultado (Rm. 6:8). Estaremos nós, mesmo que por um momento, a imaginar que Deus -- o Espírito Santo -- desceria dos céus com o propósito de desenterrar algo condenado, crucificado e enterrado, a fim de podê-la santificar? Basta apenas que se identifique o que implica tal idéia para que a mesma seja abandonada para sempre por todo aquele que se sujeita à autoridade das Escrituras. Quanto mais acuradamente estudarmos a Lei, os Profetas, os Salmos e todo o Novo Testamento, iremos ver que a carne é totalmente irrecuperável. Ela não é boa para coisa alguma e o Espírito não a santifica, pelo contrário, capacita o crente a mortificá-la. Nos é dito que lancemos fora o velho homem. Tal preceito nunca nos teria sido dado se o objetivo do Espírito Santo fosse a santificação daquele velho homem.
ExcluirCremos que ninguém irá nos acusar de estarmos alimentando o desejo de rebaixar o padrão de santidade pessoal, ou enfraquecer sinceras aspirações de uma alma que tenha crescido naquela pureza que todo verdadeiro cristão deve desejar ardentemente. Longe de nós tal pensamento! Se existe algo que desejamos promover em nós mesmos e, acima de tudo, nos outros, é uma completa pureza pessoal; uma santidade divinamente prática; uma sincera separação para Deus, de todo o mal e em todas as formas e maneiras. Por isto nós ambicionamos, por isto oramos e nisto desejamos crescer diariamente.
Continua...
Porém, estamos plenamente convencidos de que um edifício de santidade verdadeira e prática nunca pode ser erigido sobre um alicerce legalista, e, por conseguinte, chamamos a atenção dos leitores para 1 Coríntios 1:30. É triste vermos que muitos daqueles que, de uma forma ou de outra, deixaram qualquer base legalista no que se refere à justiça, hesitem em fazer o mesmo para abraçar a santificação. Cremos ser este o engano de milhares de pessoas, e estamos ansiosos em vê-lo corrigido. A passagem citada poderia corrigir inteiramente este sério erro, se tão somente fosse recebida no coração pela fé.
ExcluirTodos os cristãos com algum discernimento concordam quanto à verdade fundamental da justificação sem obras. Todos admitem plenamente que não podemos, por nosso próprio esforço, produzir uma auto-justificação diante de Deus. Mas será que não está igualmente claro que a justificação e a santificação encontram-se exatamente sobre o mesmo plano na Palavra de Deus? Não podemos produzir uma santificação do mesmo modo como não podemos produzir uma justificação. Podemos tentar fazê-lo, mas cedo ou tarde descobriremos que terá sido totalmente em vão. Podemos prometer e decidir; podemos trabalhar e lutar; podemos nutrir a vã esperança de que amanhã agiremos melhor do que hoje; mas no fim acabaremos constrangidos a reconhecer, sentir e confessar que somos tão incapazes naquilo que se refere à santificação como o somos no que diz respeito à justificação.
Ah! que doce alívio para o que sofre e tem buscado por satisfação e descanso em sua própria santidade, quando descobre, após anos de luta vã, que exatamente aquilo que ele tanto ambiciona está entesourado para ele em Cristo! Ao descobrir isto, sua alma torna-se serena em uma completa santificação a ser desfrutada pela fé! Ao viver batalhando contra seus hábitos, suas concupiscências, seu mau gênio e suas paixões, esse crente tem feito o mais penoso dos esforços para subjugar sua carne e crescer em santidade interior, mas ai! ele tem falhado (compare com Romanos 7). Ele descobre, para seu profundo desgosto, que ele não é santo, e lê que "sem a qual (santificação) ninguém verá o Senhor" (Hb. 12:14). Aqui não nos fala de um certo grau ou estágio de santificação, mas sem a coisa em si, a qual todo cristão possui desde o momento em que crê, quer ele saiba disto ou não. A perfeita santificação está tão incluída na palavra salvação quanto a justificação ou a redenção. Não se recebe a Cristo por esforço, mas pela fé, e quando se recebe a Cristo, recebe-se tudo o que está em Cristo. Consequentemente, é permanecendo em Cristo que se encontra poder para subjugar as concupiscências, paixões, mau gênio, maus hábitos, circunstâncias e influências nocivas. O crente deve contar com Jesus em tudo.
Continua...
Tudo isso é simples para a fé. O lugar do crente é em Cristo, e se o crente está em Cristo para uma coisa, deve estar em Cristo para todas as coisas. Não pode estar em Cristo para a justificação e fora de Cristo para santificação. Se eu devo a Cristo a justificação, devo igualmente a Ele a santificação.. Não devo ao legalismo nem uma coisa nem outra. Recebo ambas pela graça, por meio da fé, e tudo em Cristo. Sim, TUDO em Cristo. No momento em que o pecador vem a Cristo e crê nEle, é tirado completamente do velho plano da natureza; ele perde sua velha situação legal e tudo o que diz respeito à mesma, e é visto como estando em Cristo. Ele não está mais na carne, mas no Espírito (Rm. 8:9). Deus o vê apenas em Cristo e em conformidade com Cristo. Ele se torna um com Cristo para sempre. "Porque, qual Ele é, somos nós também neste mundo" (1 Jo. 4:17). Tal é a posição absoluta, a posição estabelecida e eterna do mais fraco bebê na família de Deus. Não há mais do que uma posição para todo filho de Deus, todo membro de Cristo. Seu conhecimento, experiência, poder, dom e inteligência, podem variar, mas sua posição é uma só. Seja quanto à sua justificação ou santificação, o crente possui tudo, e deve tudo, à sua permanência em Cristo. Se alguém não obteve uma completa santificação, tampouco terá obtido uma completa justificação. Mas 1 Coríntios 1:30 ensina claramente que Cristo "para nós foi feito por Deus" tanto uma quanto a outra em todos os crentes. Não nos é dito que tenhamos justificação e um pouco de santificação. Se não temos autoridade para colocar a palavra um pouco antes de justificação, também não temos autoridade para fazer isto com a santificação. O Espírito de Deus não coloca a palavra um pouco antes de nenhuma delas. Ambas são perfeitas, e as temos, ambas, em Cristo. Deus nunca faz algo pela metade. Não há algo como meia-justificação. Tampouco há algo como meia-santificação. A idéia de que um membro da família de Deus ou do corpo de Cristo seja totalmente justificado, mas apenas meio santificado é, por princípio, contra as Escrituras, e revoltante à toda a sensibilidade da natureza divina.
ExcluirNão é improvável que muito da má compreensão que prevalece, com respeito à santificação, seja devido ao costume que se tem de confundir duas coisas que diferem muito na prática, a saber, nossa posição e nossa condição. A posição do crente é perfeita, pois ela é um dom de Deus em Cristo. Porém, a condição ou maneira de agir do crente, esta sim pode ser bem imperfeita, oscilante e marcada por insegurança pessoal. Enquanto sua posição é absoluta e inalterável, sua condição prática pode exibir muitas imperfeições, uma vez que ele permanece no corpo e cercado por várias influências hostis que dia a dia afetam a sua condição moral. Se, então, sua posição for avaliada por sua maneira de agir, por sua situação ou condição; ou o que ele é sob o ponto de vista de Deus for avaliado do ponto de vista dos homens, então o resultado apresentado será falso. Se eu tentar chamar à razão tudo aquilo que sou em mim mesmo, ao invés do que eu sou em Cristo, devo, necessariamente, chegar à uma conclusão errada.
Continua...
Nós devemos olhar para tudo isso com muito cuidado. Estamos sempre muito dispostos a raciocinar de baixo para cima, de nós para Deus, ao invés de o fazermos de cima para baixo, de Deus para nós. Devemos ter em mente que:
ExcluirLonge como as órbitas celestes que brilham,
Além de onde as nódoas da terra ascendem,
Além de meus pensamentos, além do chão que meus pés trilham,
Vossos caminhos e pensamentos transcendem.
Deus olha para Seu povo, e age para com ele de acordo com sua posição em Cristo. Deus deu-lhes essa posição. É Ele Quem faz com que sejam o que são; são o fruto do Seu trabalho. Portanto, tratá-los como estando meio-justificados é uma desonra para Deus, tanto quanto considerá-los como meio-santificados.
Esta linha de pensamento nos conduz a outra forte prova tirada da autorizada e conclusiva página de inspiração divina, a saber, 1 Coríntios 6:20. Nos versículos precedentes, o apóstolo pinta um quadro horrível da natureza humana caída, e adverte sinceramente aos santos de Corinto que eles haviam sido exatamente aquilo. "E é o que alguns têm sido" (1 Co. 6:11). Esta é uma declaração cabal. Não há palavras lisonjeiras; não há rodeios e nem se tenta esconder a verdade completa quanto à ruína irreversível da natureza humana. "E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus" (1 Co. 6:11).
Que flagrante contraste antes e depois do "mas" dito pelo apóstolo. De um lado temos toda a degradação moral da condição humana, e, do outro, encontramos a absoluta perfeição da posição do crente diante de Deus. Isto é, verdadeiramente, um maravilhoso contraste, e deve ser lembrado que a alma passa, em um instante, de um lado para o outro deste "mas". "E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavados..." (1 Co. 6:11), o que os torna bem diferentes. No momento em que receberam o evangelho de Paulo, eles foram "lavados, santificados e justificados". Ficaram prontos para o céu e, se assim não fosse, haveria uma mancha na obra divina.
De toda mancha nos limpar,
Foi Teu desejo, Senhor;
Me atreveria a duvidar
Do alcance do Teu favor?
A Tua Palavra é fiel
Tua obra completa e cabal;
Estou seguro! Vou rumo ao céu!
Iria eu, duvidar, afinal?
Continua...
Isso tudo é divinamente verdadeiro! O mais inexperiente crente está limpo de toda mancha, não por mérito, mas como consequência de estar em Cristo. Ele deverá, evidentemente, cultivar o conhecimento e a experiência do que é realmente santificação. Ele irá, assim, entrar no poder prático da santificação; no seu efeito moral sobre os seus hábitos, pensamentos, sentimentos e afeições. Em suma, ele irá entender e exibir a poderosa influência da santificação divina sobre o seu caráter e sua conduta. Porém, quando assim for, ele estará tão santificado aos olhos de Deus, quanto no momento em que foi unido a Cristo pela fé; sua santificação estará tão completa quanto quando se encontrar exposto à luz da divina presença, refletindo os raios de glória emanados do trono de Deus e do Cordeiro. Ele se encontra em Cristo agora; ele se encontrará em Cristo então. Sua condição, ou seja, as circunstâncias e a esfera em que se encontra, será diferente. Seus pés estarão, então, sobre o piso de ouro do santuário nas alturas, ao invés de estarem em contato com a árida superfície do deserto. Ele se encontrará em um corpo de glória, ao invés de estar em um corpo de humilhação. Porém, no que diz respeito à sua posição, sua aceitação, sua plenitude, sua justificação e sua santificação, tudo já terá sido estabelecido no momento em que creu no unigênito Filho de Deus -- tão estabelecido quanto sempre estará, pois foi tão estabelecido quanto Deus é capaz de fazê-lo. Tudo isso parece fluir como a conclusão necessária e inquestionável de 1 Coríntios 6:11.
ExcluirÉ da maior importância compreender, com clareza, a diferença entre uma verdade e sua aplicação prática ou o resultado que essa verdade produz. Esta distinção é sempre mantida na Palavra de Deus. Você já está santificado! Esta é a verdade absoluta, tanto no que diz respeito ao crente, quanto no que é visualizada em Cristo. A aplicação prática disso, e seus resultados no crente, poderemos encontrar em passagens como esta: "Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra" (Ef. 5:25,26). "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo" (1 Ts. 5:23).
Mas como esta aplicação é feita e este resultado alcançado? Pelo Espírito Santo, por meio da Palavra escrita. Por isso lemos em João 17:17: "Santifica-os na verdade". E também, em 2 Tessalonicenses 2:13, "por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade", e 1 Pedro 1:2, "eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito".
O Espírito Santo efetua a santificação prática do crente com base na obra completa de Cristo, e Sua maneira de agir é pela aplicação, no coração e na consciência do crente, da verdade como ela é em Jesus. O Espírito Santo apresenta a verdade acerca da nossa posição perfeita perante Deus em Cristo, e, alimentando o novo homem em nós, nos capacita a lançar fora tudo o que não está de acordo com aquela posição. Um homem que é lavado, santificado e justificado, não estará satisfeito com qualquer atitude de mau gênio, concupiscência ou paixão impura. Ele é separado para Deus e deveria limpar-se de toda imundícia da carne e do espírito. É seu privilégio sagrado e feliz aspirar pelas mais sublimes alturas da santidade pessoal, e seu coração e seus hábitos devem ser dominados e estar sob o poder daquela grande verdade de que ele está perfeitamente lavado, santificado e justificado.
Continua...
Esta é a verdadeira santificação prática; não se trata de uma tentativa de aperfeiçoar nossa velha natureza ou de se empenhar inutilmente em tentar reconstruir uma ruína irrecuperável. Não; trata-se simplesmente do Espírito Santo, pela poderosa aplicação da verdade, capacitando o novo homem a viver, agir e existir naquela esfera à qual ele agora pertence. Aí sim, sem sombra de dúvida, haverá verdadeiro progresso. Haverá crescimento no poder moral desta preciosa verdade -- crescimento em habilidade espiritual para subjugar a natureza e mantê-la sob todos aqueles atributos -- um crescente poder de separação do mal ao nosso redor -- um crescente desvendar do céu ao qual pertencemos e para o qual estamos caminhando -- uma crescente capacidade para a apreciação de seus exercícios sagrados. Tudo isso será por meio do gracioso ministério do Espírito Santo, que usa a Palavra de Deus para desvendar às nossas almas a verdade sobre o caminhar que convém a uma tal posição. Mas deve ficar bem claramente compreendido que a obra do Espírito Santo na santificação prática, dia a dia, está fundamentada no fato de que os crentes estão "santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez" (Hb. 10:10). O objetivo do Espírito Santo é nos indicar o conhecimento, a experiência e a exibição prática daquilo que tornou-se verdadeiramente nosso no momento em que cremos. Neste aspecto não existe progresso pois nossa posição em Cristo é eternamente completa.
Excluir"Santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade" (Jo. 17:17). E também, "O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo" (1 Ts. 5:23). Nestas passagens encontramos o importante aspecto prático da questão. Aqui vemos a santificação apresentada, não apenas como algo absoluta e eternamente verdadeiro para nós em Cristo, mas também como algo que é trabalhado em nós, a cada dia e hora, pelo Espírito Santo por meio da Palavra. Quando encarada deste ponto de vista, a santificação é, evidentemente, algo progressivo. Eu deveria estar mais avançado em santidade no próximo ano do que estive neste. E deveria, pela graça, estar avançando dia a dia em santidade prática. Mas será que isto nada mais é do que a expressão prática, na minha própria pessoa, daquilo que já era completamente meu em Cristo, no exato momento em que cri? O fundamento sobre o qual o Espírito Santo executa a obra subjetiva no crente, nada mais é do que a verdade objetiva de sua eterna perfeição em Cristo.
Continua...
Assim, "segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb. 12:14). A santificação é apresentada aqui como algo a ser seguido -- a ser alcançado por uma busca zelosa -- algo que todo verdadeiro crente irá sempre cultivar.
ExcluirQue o Senhor possa nos dirigir dentro do poder dessas coisas. Que elas não venham habitar como dogmas ou doutrinas na região de nosso intelecto, mas entrem e permaneçam no coração como realidades sagradas e poderosamente influentes! Que possamos conhecer o poder santificador da verdade (Jo. 17:17); o poder santificador da fé (At. 26:18); o poder santificador do nome de Jesus (1 Co.1:30; 6:2); a santificação do Espírito Santo (1 Pd. 1:2); a graça santificadora do Pai (Jd. 1).
C. H. Mackintosh
Tirado do blog: http://manjarcelestial.blogspot.com.br/2009/04/o-que-e-santificacao-c-h-mackintosh.html
Peço desculpas a todos pela extensão das postagens, mas vi que é necessário para entenderem o que é santificação, pois na cristandade isto é colocado como um fardo pesado para a pessoa se esforçar para ser um santo perante Deus. Temos que entender a diferença entre santificação posicional e prática.
Abraços
Eu fico sempre muito cuidadosa quanto a essas colocações do que 'disse Jesus'.
ExcluirQuando Deus se revelou pra mim e então, DEPOIS, eu iniciei o estudo do Evangelho, uma das coisas que me fez ficar bem atenta foi em relação a 'encaixar' o que disse Jesus onde cabe exatamente, para que não corramos o risco de desvirtuar as palavras Dele, manipulando-as de maneira distorcida e/ou convenientemente, conforme dita essa ou aquela doutrina religiosa que se pronuncia como cristã. Ora, se é cristã, entende-se que é CONFORME (de acordo com) Cristo.
Nessa parte de Mateus, por exemplo, precisamos estar atentos a duas questões básicas:
Primeiro que ali Ele deixa claro que há dois critérios de julgamento: um que é nosso, e que devemos ficar 'ligados' quanto aos maus frutos dos 'malas' que dizem nos pastorear. E o outro julgamento que pertence a Ele e que diz respeito a estes mesmos pastores.
Veja que coisa mais curiosa e que, na minha opinião, tem TUDO A VER com a proposta do texto:
Jesus está se referindo aos líderes, aos dirigentes religiosos, aos que se acham representantes de Deus em seus púlpitos, aos que se arrogam no direito até de dizer 'Eu sou Deus'! como se o espírito de Deus 'baixasse' neles e eles tivessem toda a autoridade de falar como se fosse Deus.
É desses que Jesus fala! Ele não está falando de 'acepção de pessoas'.
Em segundo lugar, 'fazer a vontade do Pai' JAMAIS significou para Jesus, fazer a vontade imposta pela doutrina de homens. Jesus não estabelece uma cartilha de 'isso pode e aquilo não pode' como regras de 'santificação'. Não é nada disso! Precisamos urgentemente reformular os nossos conceitos, deixando para trás todo aquele peso inútil e desnecessário que a religiosidade sádica e cruel nos fez carregar como 'sacrifício' para obtermos santidade e posterior vida eterna. Isso é HERESIA PURA, simplesmente porque anula a Nova Aliança que Deus fez com a humanidade!!!
O mandamento que Jesus nos deixou pouco antes de ser glorificado, foi:
'Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros'.
O mais - REPITO INCANSAVELMENTE! - é acréscimo de homens que insistem em suas tradições, transmitindo-as a outras gerações, INVALIDANDO A PALAVRA DE DEUS, ensinando DOUTRINAS que são preceitos* de homens.
*Preceitos: ensinamentos, regras, mandamentos.
É assim que eu creio!
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ResponderExcluirA verdadeira santificação é a morte , o abandono dia a dia do EGO, e a submissão e a aceitação da Vontade de Deus em nossas vidas , deixando seu Espírito Santo atuar. Então haverá uma perfeita harmonia entre a carne e o Espírito , harmonia esta que nos presenteará com a paz e a felicidade.
ResponderExcluirTermino minha participação neste post, tentando explicar novamente sobre a santificação POSICIONAL que o verdadeiro cristão ocupa diante do PAI. Estes ocupam uma posição de santos perante Deus, não por merecimento ou alguma obra, mas simplesmente por que creram em Jesus como seu único Salvador e Deus nos colocou numa posição elevada, pois Deus nos olha como filhos adotivos por intermédio de Cristo Jesus e esta posição é independente de TUDO. Agora muitos tentam melhorar a santificação prática através do aperfeiçoamento da velha natureza e transcrevo novamente o trecho de Mackintosh para melhor esclarecimento:
ResponderExcluir"Mas, oh! quão deplorável é o fundamento para a paz de espírito que tais coisas oferecem! Tais coisas não são Cristo, e enquanto não estivermos cientes de que nossa posição diante de Deus é em Cristo, a paz não poderá se estabelecer. A alma que verdadeiramente se apossou de Cristo é deveras desejosa de santidade, porém está ciente do que Cristo é para si. Tal pessoa encontrou seu tudo em Cristo, e o desejo supremo do seu coração é crescer à Sua semelhança. Esta é a verdadeira santificação prática.
A primeira passagem à qual chamaremos a atenção é 1 Coríntios 1:30: "Mas vós sois dEle, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção". Aqui aprendemos que Cristo "foi feito" todas estas coisas. Deus nos tem dado, em Cristo, um precioso porta-jóias, e quando o abrimos com a chave da fé, a primeira jóia que resplandece aos nossos olhos, na sabedoria de Deus, é: "justiça"; então, "santificação" e, finalmente, "redenção". Temos isso tudo em Cristo. Quando recebemos um, recebemos todos. E como recebemos um e todos? Pela fé. Então, por que o apóstolo cita redenção por último? Porque ela se cumpre no livramento final do crente de seu corpo, de sob o poder da mortalidade, quando a voz do arcanjo e a trombeta de Deus deverá levantá-lo do túmulo, ou transformá-lo, "num abrir e fechar de olhos". O corpo está agora numa condição e, "num momento", estará em outra. No curto espaço de tempo expressado pelo rápido movimento das pálpebras, o corpo passará da corrupção para a incorrupção; da desonra para a glória; da fraqueza para o poder. Que mudança! Será imediata, completa, eterna!"
A Sônia equivocadamente escreveu que:
"A verdadeira santificação é a morte..."
A redenção sim,será na transformação deste corpo corruptível para a incorruptibilidade. Mas a santificação já é alcançada aqui neste terra, pois o próprio apóstolos quando escreviam, começavam as suas cartas assim:
"Aos santos de determinada localidade, etc"
Continua..
...
ExcluirContinuando o texto do irmão Mackintosh que se reunia somente ao nome do Senhor Jesus falando sobre a santificação PRÁTICA:
"O Espírito Santo efetua a santificação prática do crente com base na obra completa de Cristo, e Sua maneira de agir é pela aplicação, no coração e na consciência do crente, da verdade como ela é em Jesus. O Espírito Santo apresenta a verdade acerca da nossa posição perfeita perante Deus em Cristo, e, alimentando o novo homem em nós, nos capacita a lançar fora tudo o que não está de acordo com aquela posição. Um homem que é lavado, santificado e justificado, não estará satisfeito com qualquer atitude de mau gênio, concupiscência ou paixão impura. Ele é separado para Deus e deveria limpar-se de toda imundícia da carne e do espírito. É seu privilégio sagrado e feliz aspirar pelas mais sublimes alturas da santidade pessoal, e seu coração e seus hábitos devem ser dominados e estar sob o poder daquela grande verdade de que ele está perfeitamente lavado, santificado e justificado...
Esta é a verdadeira santificação prática; não se trata de uma tentativa de aperfeiçoar nossa velha natureza ou de se empenhar inutilmente em tentar reconstruir uma ruína irrecuperável. Não; trata-se simplesmente do Espírito Santo, pela poderosa aplicação da verdade, capacitando o novo homem a viver, agir e existir naquela esfera à qual ele agora pertence. Aí sim, sem sombra de dúvida, haverá verdadeiro progresso. Haverá crescimento no poder moral desta preciosa verdade -- crescimento em habilidade espiritual para subjugar a natureza e mantê-la sob todos aqueles atributos -- um crescente poder de separação do mal ao nosso redor -- um crescente desvendar do céu ao qual pertencemos e para o qual estamos caminhando -- uma crescente capacidade para a apreciação de seus exercícios sagrados. Tudo isso será por meio do gracioso ministério do Espírito Santo, que usa a Palavra de Deus para desvendar às nossas almas a verdade sobre o caminhar que convém a uma tal posição. Mas deve ficar bem claramente compreendido que a obra do Espírito Santo na santificação prática, dia a dia, está fundamentada no fato de que os crentes estão "santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez" (Hb. 10:10). O objetivo do Espírito Santo é nos indicar o conhecimento, a experiência e a exibição prática daquilo que tornou-se verdadeiramente nosso no momento em que cremos. Neste aspecto não existe progresso pois nossa posição em Cristo é eternamente completa."
Termino agora a participação neste frisando esta parte importantíssima para entender também a santificação prática, pois o fardo pesado que a religião coloca nos "crentes" é demasiada insuportável de carregar, pois esta santificação também parte da obra do Espírito Santo efetuada em nosso coração:
"A santificação prática, trata-se simplesmente do Espírito Santo, pela poderosa aplicação da verdade, capacitando o novo homem a viver, agir e existir naquela esfera à qual ele agora pertence (santificação POSICIONAL).
Espero ter esclarecidos um dos assuntos mais controvertidos e tidos como tabus no seio da cristandade, a santificação.
Abraços.
irmão ANTONIO
ResponderExcluirSei que o irmão terminou a participação neste post. Mas,na minha opinião para que ocorra tudo isso é necessário que a pessoa dê ouvidos ao Espírito e se submeta a Sua Vontade.Tem um trecho que diz: não entristeceis o Espírito , não extingais o Espírito.
Nossa depois desta fala Sônia eu iria cessar a minha participação neste blog, mas devido ao respeito aos leitores deste blog, não poderei mim calar diante desta tua explicação fora do contexto a cerca da santificação. Deixo claro que estou escrevendo não com um tom de revanchismo ou pra ver que terá a palavra final, pois a maioria deste "debates cristãos" nas entrelinhas diz que quem tem a última postagem está com a razão. Todavia quero esclarecer a você Sônia e aos demais leitores que esta postagem tua sobre NÃO EXTINGAIS O ESPÍRITO não tem nada a ver uma coisa com a outra.
Excluir1Ts 5:19 Não extingais o Espírito.
Para entendermos esta passagem devemos recorrer aos versículos anteriores e posteriores para que assim entendamos o contexto geral.
Vou transcrever a fala do Mário a respeito desta passagem que ele explicou com maestria esta passagem:
" É importante entender que a passagem "Não extingais o Espírito" não está falando de salvação ou da presença do Espírito Santo no crente, mas de sua atuação na assembleia ou igreja.
Lembre-se de que esta é uma carta escrita a uma assembleia e não a um indivíduo (como é o caso das cartas a Timóteo), portanto o apóstolo Paulo está falando aqui do funcionamento da assembleia. Se você ler de uma tirada só todos os versículos verá que ele está dando diretrizes para o bom funcionamento de uma assembleia onde o Espírito Santo possa agir livremente sem qualquer obstrução.
1Ts 5:11-22 Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal.
Continua...
O contexto diz que todos os irmãos devem se exortar mutuamente e se edificar mutuamente (v. 11), reconhecer os que trabalham, presidem, admoestam (v. 12), promover a paz (v. 13), admoestar os desordeiros, consolar os de pouco ânimo, sustentar os fracos, ser pacientes para com todos (v. 14), não pagar mal com mal, seguir o bem uns para com os outros (v. 15), regozijar sempre (v. 16), orar sem cessar (v. 17), dar graças em tudo (v. 18), não extinguir (abafar) o Espírito (v. 19), não desprezar profecias (v. 20), examinar tudo e reter o bem (v. 21) e abster de toda a aparência de mal (v. 21).
ExcluirPortanto, a admoestação "não extingais o Espírito" não fala da perda do Espírito Santo por um indivíduo, mas sim da obstrução da liberdade do Espírito na assembleia. Quando cristãos se reúnem sob o comando de um homem, como acontece frequentemente nas religiões cristãs, estão obstruindo ou extinguindo o Espírito, o qual não poderá assim agir livremente usando quem Ele quiser para profetizar (no sentido de proferir a Palavra de Deus), trazer ações de graças, orar etc. A passagem fará mais sentido se você levar em conta o que diz em 1 Coríntios 14, que são também diretrizes para quando os cristãos se reúnem (observe que na passagem não há um homem à frente liderando a reunião):
Continua...
1Co 14:26 Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. E falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver sentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam cosolados; pois os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas; porque Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos, as mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar; mas estejam submissas como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus próprios maridos; porque é indecoroso para a mulher o falar na igreja. Porventura foi de vós que partiu a palavra de Deus? Ou veio ela somente para vós? Se alguém se considera profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.
Excluirpor Mario Persona
Espero ter esclarecido com a explicação do Mário, pois somente os salvos por Deus é quem faz isto que você falou Sônia:
"Mas,na minha opinião para que ocorra tudo isso é necessário que a pessoa dê ouvidos ao Espírito e se submeta a Sua Vontade."
Nós obedecemos a Deus porque somos salvos e demos ouvidos a Ele por que temos uma gratidão eterna e não porque temos que buscar a salvação da alma (e mesmo assim com frequência somos desobedientes e o Espírito Santo que habita em nós fica entristecido), pois esta já está garantida na pessoa e na crença em Jesus Cristo.
Abraços e espero ter esclarecido as dúvidas.
Não extingais o Espírito.
ResponderExcluirIrmão Antonio , peço perdão ,me equivoquei. Realmente está fora de contexto. Quando citei esse trecho, na minha mente significava o mesmo que "entristecer o espírito", ou seja quando resistimos a Ele , Ele se afasta, se extingue em nosso ser.
Ok Sônia, afinal somos humanos e sujeitos a erros, por isto a nossa guia de fé e conduta é a palavra de Deus, a quem nós estamos sujeitos e através da mesma, somos julgados se o que falamos está de acordo com a palavra de Deus ou não.
ExcluirAbraços
Acrescente aí na tua lista irmão Hp, pois não sei se já falei, mas senão coloque na mesma:
ResponderExcluir- Ir à "IGREJA" para buscar a salvação da alma!
Irmão HP, neste vídeo do Mário tem uma listinha para ser acrescentada, vale a pena ouvir, afinal é o evangelho em 3 MINUTOS, não demora muito.
ResponderExcluirhttp://www.3minutos.net/2013/06/459-faxina-religiosa.html
Abraços
Olá Sônia, perdoa, pois só agora que vi este teu comentário:
ResponderExcluir"Para dizer a verdade meu irmão , eu não faço nada com interesse em barganhar o céu . Faço tudo por prazer e amor ao Senhor Jesus ou então ao meu próximo. Se não for de coração , com amor ,não faço. Nem penso se isso vai me levar para os céus ou não. Se fizer alguma coisa com interesse em herdar os céus não será um ato espontâneo, mas egoísta e até forçado. Estou enganando a mim mesma."
O problema não está na sua sinceridade perante Deus, mas sim na instituição religiosa que você segue, pois o caráter lá (de participar da SANTA ceia, imitando o catolicismo romano que coloca como SANTA EUCARISTIA, SANTO BATISMO, dando a entender nas entrelinhas que o que te leva ao céu são os: SANTO tal coisa), é de se manter-se salvo quando participa assiduamente ou perdido quando é "PECADOR" e não pode participar, com coisa que o que traz a salvação da alma é a participação ou não da SANTA ceia. Você pode até dizer que você não faz isto, mas a instituição a qual você pertence não tem este teu pensamento e segue a risca esta cartilha, mesmo que seja de forma cultural e verbal, pois muitos dos costumes lá, são verbais.
Abraços
é de se manter-se salvo quando participa assiduamente ou perdido quando é "PECADOR" e não pode participar, com coisa que o que traz a salvação da alma é a participação ou não da SANTA ceia
ResponderExcluirIrmão Antonio , Acredito que
a salvação vem pela Graça por meio da fé, consequentemente as boas obras. A Santa CEIA é um mandamento do Senhor onde Paulo escreveu :"Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha" (1 Co 11.26). Se cometemos algum tipo de pecado(isso não implica jamais que "já estamos perdidos") temos que buscar primeiramente o perdão de Deus, para que possamos em seguida tomar a santa ceia.No meu ponto de vista , além de ser um momento tão sublime , onde reconhecemos o sacrifício de Cristo ,e o guardemos em memória; também nos desperta para uma análise de consciência: como estou perante Deus? Como tenho me comportado em relação ao meu próximo? Acredito que esse "examine o homem a si próprio" não deve ser feito somente nos dias que antecedem a Santa Ceia , mas se possível todos os dias e se encontrarmos algo que nos acuse , corremos aos pés de Deus implorando o seu perdão e Sua ajuda para deixarmos de praticar tais coisas.
Irmão Antonio
ResponderExcluirEu creio que a salvação é pela Graça , mediante a fé e consequentemente as boas obras. A Santa Ceia é uma ordenança deixada por Jesus Cristo em memória ao seu sacrifício . Paulo disse :"Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha". É um momento sublime , onde nossa alma derrama toda gratidão pela salvação através de Jesus Cristo. Bem , se caso cometemos algum pecado(de maneira nenhuma implica que "já estamos perdidos") devemos ir aos pés de Deus buscar o seu perdão aí então poderemos tomar a Santa Ceia. Na minha opinião, esse "examine o homem a si próprio" não deveria acontecer somente nos dias que antecedem a S. Ceia , mas, se possível quase todos os dias, e diante dessa auto-análise , se cometemos alguma infração , devemos humildemente implorar o perdão de Deus e pedir que nos revista de suas virtudes para que possamos ter forças e deixar de lado todo o mal.
Olá Sônia, termino minha participação neste post falando a respeito de um tema que é TABU no seio da cristandade, pois a CEIA do Senhor hoje em dia, INFELIZMENTE, é banalizada aos EXTREMOS. Um velho jargão conhecido nas denominações, que pode ser ACRESCENTADO na lista do HP, é o TERRORISMO atribuído à Ceia do Senhor, pois a mesma seria o momento de comunhão e recordação da morte de Jesus, todavia passou a ser uma cena de neurose psicológica e amedontramento, pois este jargão que diz assim:
Excluir"Olha irmão se você comer indignamente a ceia do Senhor você está cavando a sua própria condenação, pois é culpado do corpo e do sangue do Senhor".
Para entenderem o que significa CONTEXTUALIZADAMENTE este trecho acima, coloco in loco o trecho que o Mário explica sobre esta passagem:
"A revelação dada a Paulo de como a ceia do Senhor deveria ser celebrada não foi a mesma recebida dos outros apóstolos quando o Senhor ainda estava vivo e sentados com eles à mesa no dia da Páscoa dos judeus. Paulo recebeu "do Senhor" as instruções, as quais ensinou as irmãos de Corinto:
1Co 11:23-26 Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.
O motivo de sua dúvida, porém, é a passagem que vem a seguir. O que seria comer do pão e beber do cálice indignamente?
1Co 11:27-32 Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
Continua...
Devemos ter em mente que somos por natureza indignos de receber qualquer favor de Deus. Nossa atitude deve ser a mesma daquele centurião que buscava a cura para seu servo mas não se considerava digno que o Senhor Jesus entrasse em sua casa para curá-lo; ou a de João Batista, que não se considerava digno nem de desatar as correias das sandálias do Senhor; ou ainda a de Paulo, o apóstolo, que não se considerava digno de ser chamado de apóstolo, tal foi o sofrimento que havia causado aos cristãos.
ExcluirMat_8:8 E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar.
Joã_1:27 Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca.
1Co_15:9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.
Mas o assunto tratado aqui não é nossa indignidade natural e pessoal. Uma vez lavados pelo sangue de Cristo, Deus nos fez dignos para nos aproximarmos dele com base no valor que o sacrifício de Jesus tem aos olhos de Deus, e não com base em nossa dignidade pessoal. É por isso que diz "examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim [examinado] coma" (vers. 28). Não se trata de o crente fazer um exame prévio para decidir se deve ou não comer e beber (pois se assim fosse ele jamais comeria), mas sim de comer e beber neste espírito de alguém que está examinado. "E assim coma".
Porém esta passagem em especial deve ser vista no contexto da ruína que havia caído sobre a assembleia em Corinto e a falta de cuidado e reverência que cercava a ceia do Senhor. Tratar a ceia com tamanha falta de respeito era ser culpado do corpo e do sangue do Senhor. Faz lembrar o caso de Uzá, que tentou aparar com sua mão a Arca da Aliança que pendia da carroça e foi morto por Deus. Independente de sua boa intenção ou fidelidade a Deus, aquela não era a maneira de se transportar a Arca e ninguém estava autorizado a tocá-la.
Continua...
Um paralelo que pode ser feito é o dos símbolos de uma pátria, como a sua bandeira. Existe toda uma exigência de respeito e solenidade no modo como a bandeira deve ser tratada, e qualquer um sabe que quando vemos no noticiário uma bandeira de um país sendo cuspida, pisoteada e queimada por opositores, entendemos bem a gravidade da situação. É como se estivessem cuspindo, pisoteando e queimando o próprio país.
ExcluirA falta de um juízo próprio na assembleia de Corinto no modo como a ceia do Senhor estava sendo tratada tinha suas consequências: muitos estavam fracos e doentes, e muitos já dormiam, isto é, morreram. Sim, a morte é uma das maneiras como o Pai disciplina seus filhos. Quando um filho seu não anda de forma a servir de testemunho neste mundo, Deus pode simplesmente chamá-lo, interrompendo sua vida aqui. É isto que a Bíblia chama de "pecado para a morte". O crente é salvo mesmo assim, mas sua vida foi perdida. Se estava pronto para ir para o céu graças ao sacrifício de Cristo, não estava preparado para viver na terra como um testemunho para ele. Mais uma vez o ato impensado de Uzá me vem à mente.
Portanto, comer e beber a ceia como se fosse uma simples refeição, uma coisa comum ou sem fazer um juízo próprio, é comer e beber "indignamente". É ser culpado, não apenas de desonrar a Pessoa ali representada, como seu corpo e seu sangue, cujas figuras, pão e vinho, estão sendo tratadas com tamanha indiferença. Devemos ter em mente nossa extrema culpa, que demandava o juízo divino, o qual foi satisfeito pelo valor infinito do sofrimento de Cristo atingido pelo juízo contra o pecado lançado sobre ele, e pela graça que assim nos alcançou. Para o cristão não deveria existir um momento mais importante e solene do que este em que ele recorda, a pedido do Senhor, a causa primeira de sua salvação eterna.
Continua...
É sempre bom lembrar que na ceia do Senhor não temos a coisa em si, isto é, aquilo não é uma repetição do sacrifício de Cristo e aquele pão e aquele vinho não passaram por um suposto processo de transubstanciação para virarem realmente corpo e sangue de Cristo. Pensar assim seria negar a singularidade do sacrifício que foi feito uma vez para a remissão de pecados e ainda por cima criar objetos de culto, o pão-carne e o vinho-sangue, negando a eficácia da ressurreição de Cristo, cujo corpo agora está glorificado e jamais poderia voltar ao estado de morto em que estava na cruz.
ExcluirO pão e o vinho são símbolos, mas não meros símbolos, pois representam algo precioso ao coração de qualquer crente. Tenho em casa fotos de meus pais, pelos quais tive sempre grande amor e consideração. Eles não estão mais comigo, mas suas fotos estão. Para qualquer estranho aquilo não passa de um pedaço de papel impregnado de substâncias que perpetuaram as nuances de luz e sombra. Mas para quem é da família, aquilo é muito mais que um papel, pelo significado que traz. Assim são os símbolos, o pão e o vinho, vistos pelos que creem, no momento da celebração da ceia do Senhor.
Também é bom ter em mente que a ceia não é um meio de fortificação da fé, recebimento de bênção ou fonte de cura. Participar da ceia neste espírito é perder de vista que estamos ali não para receber, mas para dar a Deus e ao Senhor Jesus o louvor que é devido por seu sacrifício. Muitos cristãos olham para a ceia apenas como mais uma oportunidade de receberem algo de Deus, como se fosse uma espécie de tônico fortificante ou canal de bênção. O cristão já está abençoado com toda a sorte de bençãos espirituais nos lugares celestiais e não é uma celebração que irá abençoá-lo mais. O Senhor pediu: "Fazei isto em memória de MIM". Ele não disse "Fazei isto em memória de vocês..." ou "para a bênção de vocês...". Participar da ceia pensando "no que vou ganhar com isso" é uma atitude egoísta e mesquinha, e está muito longe da atitude de reverência e dignidade que o Senhor espera.
por Mario Persona
É sempre bom lembrar que na ceia do Senhor não temos a coisa em si, isto é, aquilo não é uma repetição do sacrifício de Cristo e aquele pão e aquele vinho não passaram por um suposto processo de transubstanciação para virarem realmente corpo e sangue de Cristo. Pensar assim seria negar a singularidade do sacrifício que foi feito uma vez para a remissão de pecados e ainda por cima criar objetos de culto, o pão-carne e o vinho-sangue, negando a eficácia da ressurreição de Cristo, cujo corpo agora está glorificado e jamais poderia voltar ao estado de morto em que estava na cruz.
ExcluirO pão e o vinho são símbolos, mas não meros símbolos, pois representam algo precioso ao coração de qualquer crente. Tenho em casa fotos de meus pais, pelos quais tive sempre grande amor e consideração. Eles não estão mais comigo, mas suas fotos estão. Para qualquer estranho aquilo não passa de um pedaço de papel impregnado de substâncias que perpetuaram as nuances de luz e sombra. Mas para quem é da família, aquilo é muito mais que um papel, pelo significado que traz. Assim são os símbolos, o pão e o vinho, vistos pelos que creem, no momento da celebração da ceia do Senhor.
Também é bom ter em mente que a ceia não é um meio de fortificação da fé, recebimento de bênção ou fonte de cura. Participar da ceia neste espírito é perder de vista que estamos ali não para receber, mas para dar a Deus e ao Senhor Jesus o louvor que é devido por seu sacrifício. Muitos cristãos olham para a ceia apenas como mais uma oportunidade de receberem algo de Deus, como se fosse uma espécie de tônico fortificante ou canal de bênção. O cristão já está abençoado com toda a sorte de bençãos espirituais nos lugares celestiais e não é uma celebração que irá abençoá-lo mais. O Senhor pediu: "Fazei isto em memória de MIM". Ele não disse "Fazei isto em memória de vocês..." ou "para a bênção de vocês...". Participar da ceia pensando "no que vou ganhar com isso" é uma atitude egoísta e mesquinha, e está muito longe da atitude de reverência e dignidade que o Senhor espera.
por Mario Persona
Espero com a explicação do Mário a respeito da Ceia do Senhor, não tenhamos mais dúvidas e acabemos com este TERRORISMO travestido de EVANGELHO.
Abraços a todos.
ResponderExcluirirmão ANTONIO , sei que estes foram os seus últimos comentários aqui no post, mas , gostaria de lhe fazer uma pergunta . O que o irmão me diz deste trecho bíblico que está em S. Mateus:
E abrindo a sua boca, disse-lhes Jesus: "Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.
E na Santa Ceia , que é muito mais sagrado? Era uma dessas situações que estava se referindo no meu comentário acima "examine a si próprio".
irmão Antonio
ResponderExcluirTambém encerro aqui meus comentários e com uma certa tristeza em meu coração (não mágoa ou rancor) mas tristeza mesmo! Participo deste blog e de vários outros blogs cristãos e senti muita , mas muita tristeza com alguns comentários que li. A falta de respeito, consideração e até uma certa jactância para com os demais .O que me entristece é o fato de pessoas se "colocarem no lugar de Deus" e dizerem o que é certo ou o que é errado , a ponto de dizerem "isso foi o Diabo que fez ou falou" , talvez por não entenderem que o operar de Deus não tem limites e sai até fora da nossa limitada compreensão humana. OU SEJA: Se Paulo , João , Pedro "não viram" ninguém mais pode ver! Ou até : Se eu não vi ,ou não aconteceu comigo, isso não existe! Em certo blog , narrei uma experiência no qual eu fui testemunha da misericórdia de Deus , bem semelhante a do ladrão da cruz para com alguém. Alguém escreveu que aquilo era coisa de demônios!Fiquei estupefata! Falam de uma maneira como se quisessem dar "ordens à Deus" como Ele deve ou não deve agir! Impõe limites a sua eterna misericórdia e se esquecem que Ele é a própria salvação e o perdão está com Ele e tem misericórdia de quem Ele quiser! Compartilhei algumas experiências que tive que EU SEI que veio da parte de Deus,que foram de grande valia para mim, com todo o prazer no meu coração , não para honra a minha pessoa ,de jeito nenhum, mas sim , para mostrar a bondade , a beleza do nosso Deus , onde todos somos iguais. E que li a respeito :que eram coisas de demônio! Tive experiência com vários seres de luz , que eu sei que eram seres celestiais e me perguntaram a minha opinião a respeito desses seres. Hoje eu respondo(rss.)"Eu acho que são seres "diabólicos" , cheios de amor , bondade , humildade, pureza que Deus mandou para me fazer livramento". Deve ser isso! Apesar de tudo isso , eu amo meus irmãos. Nunca vou me esquecer da pergunta de Jesus Cristo: "Até que ponto você é capaz de amar as pessoas , mesmo conhecendo seus erros e defeitos e até pecados? Essa pergunta não só serve para mim , como para todos nós. Este é o meu último comentário aqui no blog. DE CORAÇÃO, sinto carinho por todos que interagi no blog e que Deus abençoe a todos!
Sônia, não se entristeça, fique em paz, pois apesar da distância e ao mesmo tempo aproximação virtual, você sempre será lembrada em minhas orações e peço que faça o mesmo por mim. Lembre-se de uma coisa, não podemos dar limites ao Poder de Deus.
ExcluirNo amor de Cristo Jesus, um super abraço e continue aqui neste blog,não saia, pois aqui pelo menos todos se respeitam, apesar das divergências.
DEUS abençoe o irmão pelo carinho. Estarei sempre orando pelo irmão e pela sua família. Fico feliz que sua esposa e filha já estão bem. Abs.
ExcluirFico agradecido pelas suas orações que você fez pela minha filha e esposa, e graças a Deus elas já estão recuperadas.
ExcluirUm forte abraço cristão
Certo Sônia como você pediu para eu explicar este trecho bíblico, vamos por partes, senão você não entenderá nada. Afinal estas confusões eu já passei.
ResponderExcluirPrimeiro temos que entender que este sermão que o Senhor Jesus estava falando era em outro contexto (eram para JUDEUS e não cristãos que seriam formados apenas com a morte de Jesus e o enviamento do Espírito Santo na "terra"), ali era na dispensação da LEI e não da graça, mas mesmo assim pode servir como preceito moral, pois afinal devemos nos reconciliar-se sempre uns com os outros.
Novamente coloco pra você e os demais leitores a respeito deste "examine a si próprio" que não tem nada a ver com o contexto que você quis comparar com o sermão de Mateus. O contexto do sermão é um, e o trecho de "examine a si próprio" é outro. Neste último, o contexto era que a igreja em Corintios estavam fazendo descaso com a Ceia do Senhor e estavam colocando como se fosse uma simples refeição, onde uns enchia a barriga, enquanto outros embriagavam-se e não sabiam que simbolicamente estavam participando do corpo e do sangue de Cristo, é isto que é comer INDIGNAMENTE. Então Paulo pergunta assim: Examine-se a si próprio! A ceia era e é e sempre será uma refeição em memória da morte de Cristo e não uma FESTANÇA para comer e beber DEMASIADAMENTE. Examinando isto, então PARTICIPA-SE da ceia, entendendo que ali está simbolizado o corpo e sangue de Jesus.
É isto que contextualizadamente o trecho se refere, todavia se algum cristão estiver praticando algum pecado que está manchando o testemunho cristão, este deve se reconciliar e confessar este pecado a Deus e o Mesmo é fiel e justo para nos perdoar. Mas não esqueçamos que a assembleia tem autonomia do Senhor para ligar e desligar em termos de comunhão e não de salvação. Mas isto é para outro "debate".
Um forte abraço e espero ter esclarecido tua dúvida.
Somente complementando a minha resposta a respeito do examine a si mesmo, coloco um trecho explicativo do Mário Persona que fala a respeito disto e que vai te esclarecer:
ResponderExcluir"Quanto a julgar-se a si mesmo na Ceia, ao nos julgarmos a nós mesmos, reconhecemos que somos, por nossos méritos, indignos de estar ali participando dos símbolos do corpo e do sangue de Cristo. Mas, ao mesmo tempo, entendemos que Deus nos tornou dignos pela obra de Cristo e, portanto, estamos ali por favor. O juízo próprio sempre nos leva a nos considerarmos nada e Deus tudo. O julgamento próprio na Ceia não é para deixar de comer, mas para comer. "E assim (julgado), coma." (retirado de: http://www.respondi.com.br/2005/06/o-que-comer-indignamente-na-ceia.html Mário Persona)
Espero Sônia ter te esclarecido ainda mais.
Abraços