16/09/2014

Mãe e filha assumem um relacionamento


Por: Púlpito Cristão

Mary e Vertasha C. são mais do que mãe e filha. Elas também são amantes lésbicas.

"Vertasha e eu sabia que estávamos atraídas uma pela outra, quando ela tinha dezesseis anos", disse Mary C.

"Mas decidimos esperar para ter relações sexuais até que ela tivesse dezoito anos, idade legal. Vamos agora a público com a nossa relação para ajudar outras pessoas que possam assumir ser gay em relação mãe e  filha, se sentir confiante e bem ao sair do armário. Queremos que o mundo saiba que nós amamos uma a outra como mãe e filha e romanticamente. " 

Leis proíbem incesto principalmente por causa da endogamia e os defeitos congênitos que muitas vezes pode vir como uma conseqüência.

"Somos mulheres, de modo Vertasha e eu, obviamente, não podemos conceber crianças", disse Mary C. "Seria uma coisa se seu pai (ele é fora de cogitação) a engravidasse então nasceria um bebê com deformidades, mas nós não estamos prejudicando ninguém. Nós somos uma nova minoria e só queremos a aceitação. "

Vertasha é aparentemente feliz com o relacionamento. "Minha mãe ainda é a minha mãe. Ela faz coisas de mãe: compra roupas para mim, paga por comida, diz-me para fazer a nossa cama. Nós apenas desfrutamos do sexo uma com a outra também".


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Opinião pessoal:

Se a fonte estiver correta, confesso nunca ter visto um estado tão crítico de Narcisismo igual a este.

Há indivíduos que possuem desvios sexuais narcisistas, que o levam só a ter satisfação sexual masturbando-se pensando em si próprio. A própria pessoa é objeto de desejo sexual. Uma “Auto-sexualidade”, se assim podemos dizer.

No caso desta mãe, o narcisismo alcança um desvio psicológico crônico, que tem na filha o objeto de desejo sexual.
Ela não vê a filha ao fazer sexo, mas projeta na filha ela própria, e a deseja como se desejasse si própria.
Quando recebe o favor sexual da filha, ela psicologicamente se satisfaz como sendo ela própria (mas no caso a filha) se masturbando, uma vez que a filha é vista não como filha, mas como uma projeção da própria mãe.

Mas mesmo diante de uma aberração narcisista tão grande e um desvio psicológico tão grave, eu não me espanto. Como também não me espantarei com alguma horda de loucos que as defenderem “em nome do amor”.

Não existe amor nessa relação sexual, apenas narcisismo da mãe e cooptação da filha.

Amor existiria se esta mãe tratasse a filha como FILHA apenas. E não como amante.




Um comentário:

  1. Foi divulgado que o texto acima não passava de um boato.

    O site Púlpito Cristão removeu o conteúdo da sua página.

    Confesso que errei ao re-publicar a foto da mãe e filha e por isto removi deste post apenas a foto. Não removerei o texto nem mesmo a minha opinião a respeito, pois entendo as mesmas válidas em casos semelhantes que porventura houverem.

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