O Natal
está chegando, as lojas começam a ser enfeitadas. Luzinhas, glitter, bolinhas,
árvores uma mais linda que a outra.
Estou
com minha esposa e filha na loja de departamentos. Vejo as árvores de Natal e
pergunto brincando: “Qual você quer escolher?” Damos risadas.
Entramos
num corredor, encontramos uma irmã com suas filhas que me saúdam. Num momento,
com olhinhos radiantes iguais de uma criança, me diz uma frase-pergunta: “Como
a loja está linda enfeitada para o Natal. Irmão, porque não podemos enfeitar
uma árvore em casa?”
O(a) leitor(a) pode ficar sossegada. Dei-lhe
a resposta necessária.
Mas
queria perguntar para os leitores do blog. E vocês?
Passam o Natal alegres ou
chochos, porque queriam enfeitar a casa e chamar a família para celebrarem
Cristo, mas não fazem porque o Ensinamento número 5 da Assembléia de 2013 diz: “Não comemoramos o natal. Não deve
ser guardado porque ninguém sabe o dia do nascimento do Senhor Jesus, pois Ele
não permitiu que ficasse escrito para que ninguém guarde o dia do seu
nascimento.”
Ah, já
ia me esquecendo, ainda bem que a data da Santa Ceia, Ele também não deixou
escrito, mas só mandou celebrarmos né?
Ai ai...
Na paz...
Na paz...
Ah, por favor...Sejamos sinceros.
ResponderExcluirSe não houvesse a proibição, festejariam ou não?
HP,
ResponderExcluirPior não é a mera proibição que já é uma pretensão. Pior é a 'justificativa'. Então, se é porque trata-se de uma 'festa pagã' e porque não tem data fixa de nascimento de Jesus, porque se realiza uma Ceia com data fixada em calendário religioso e cheia de simbolismos pagãos?
Jesus diz em relação à ceia: 'TODAS as vezes que o fizerdes, fazei em meu nome'. Ele não determinou quantas vezes e muito menos data.
Enfim, 'normal' rss Haja contradições e misticismos...
Muito interessante e verdadeira essa postagem abaixo:
http://www.cristaoconfuso.com/2011/12/9-argumentos-contra-o-natal-para.html
(Só não aguento mais a Simone kkkkkkkkkkkkkkkkk)
Abs,
R.
Também recomendo esta postagem muito lúcida e coerente com o pensamento cristão e que postei também no meu blog há alguns anos:
ResponderExcluirhttp://reginafarias.blogspot.com.br/2009/12/natal-e-o-misterio-da-reconciliacao.html
Irmão HP, você disse:
ResponderExcluir"Se não houvesse a proibição, festejariam ou não?"
Creio que você está se referindo aos "membros" das várias denominações que proíbem o "comemorar o natal", pois bem, se for este teu pensamento, não vejo nada de errado em se reunir com a família neste dia, não como um momento religioso, apenas por tradição as famílias normalmente se encontram somente nestas datas e em funerais. Eu particularmente já fui ferrenho nesta questão, mas a palavra de Deus realmente não diz nada em se "comemorar" o natal (nascimento de Jesus, como foi criado no seu princípio religioso, porém hj em dia perdeu este sentido), pelo contrário, ela diz sobre memorizarmos a morte de Jesus, pois foi através da morte que Ele trouxe VIDA. Vida através da MORTE, que GRAÇA maravilhosa.
Agora sobre esta parte que você citou: "Passam o Natal alegres ou chochos, porque queriam enfeitar a casa e chamar a família para celebrarem Cristo..." Sinceramente é uma boa oportunidade para apresentar o evangelho da graça, não vejo nada de errado nisto, porém temos que ter uma ressalva, pois sua origem tem fundamentos no paganismo (entenda que não estou sendo legalista e que temos que usar de todo o pretexto para estragar a festa dos outros e da tua família, é apenas uma ressalva). Veja a resposta do irmão Mário Persona:
"...Mas vamos tratar agora especificamente da árvore de natal, que foi a origem de sua dúvida. O natal, como festa religiosa, foi emprestado do paganismo, portanto não se trata de uma comemoração que os cristãos devem celebrar, mesmo sob o pretexto de fazerem isso para Deus. Eu nunca tive árvore ou enfeites de natal em minha casa porque sei de suas origens pagãs e de como isso foi "cristianizado" para satisfazer os pagãos convertidos ao cristianismo.
Mas não tenho problemas com cristãos que fazem árvore de natal ou até mesmo celebram o natal de alguma maneira. Minha mãe, por exemplo, mesmo depois de convertida continuou montando a árvore de natal e promovendo um jantar para toda a família na noite de 24 de dezembro. Ela já não fazia isso como uma festa religiosa, mas apenas como uma tradição de família para reunir os filhos e netos. Muitos fazem assim e deixo a questão para a consciência de cada um. Eu mesmo já errei muito no início de minha conversão por fazer do natal um motivo de batalha que nunca levava as pessoas a buscarem a Cristo, mas só a afastá-las ainda mais dele.
Portanto, se não precisar armar uma árvore de natal por questões de família, tradição ou até de trabalho, então economize seu tempo e dinheiro nisso. Se precisar fazê-lo por um dos motivos acima e até como forma de preservar a paz na família, então peça a direção do Senhor de como deve proceder. Seja como for, como celebração religiosa, e muito menos como celebração da igreja, o natal não tem seu lugar. O problema do natal ou da árvore e enfeites utilizados não está nas coisas em si, mas no fato de serem usados como celebração cristã, o que não tem fundamento bíblico.
Para maiores esclarecimentos sugiro a leitura dos seguintes sítios:
http://www.respondi.com.br/2011/12/arvore-de-natal-me-deixa-vulneravel-aos.html
http://www.respondi.com.br/2007/12/o-que-voc-acha-do-natal.html
http://www.respondi.com.br/2012/06/como-lidar-com-as-festas.html
Deixo aqui este lindo hino em que mostra o que o Senhor Jesus nos pediu:
Excluirhttp://hinar.io/002-foi-nessa-noite-escura
Se não me engano o Natal em 25 de dezembro veio para substituir uma festa pagã dedicada ao deus sol, onde comiam , dançavam e ofereciam sacrifícios.
ResponderExcluirUma vez um pastor disse algo muito sábio:
ResponderExcluirQuem tem a Árvore da Vida na alma não se preocupa mais com qualquer outra árvore, nem com a plantinha “comigo-ninguém-pode”.
E por falar no Mário, na boa, gosto muito de ler algumas coisas dele, mas percebo que ele ainda tem muito fundamentalismo arraigado em sua mente.
Outra coisa: esse negocio de 'não comer coisas sacrificadas' não tem qualquer fundamento, já que o comer (alimentar-se) não tem qualquer ligação com espiritualidade.
Inclusive, Paulo derruba com muita clareza, tal misticismo e superstição religiosa quando fala aos colossenses, mais especificamente no capítulo 2, quando expõe a nova liberdade daqueles que estão em Cristo. Na mesma carta, ele deixa bastante claro sobre os vícios da nossa natureza os quais devemos deixar: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e avareza. Tudo em consonância com o que diz Jesus sobre os males estarem TODOS relacionados ao que REALMENTE contamina o homem.
Mas O QUE SE PERCEBE é que as pessoas não escutam a JESUS!!! Os religiosos estão tão engessados que não conseguem enxergar as palavras do próprio Jesus. Preferem seguir a linha do fundamentalismo e da crendice.
Há pouco, li no blog do Ricardo um comentário de um 'peregrino' dizendo que Jesus deixou uma série de leis ao longo do Novo Testamento. Que negócio mais estranho esse de interpretar tudo pelas lentes da religiosidade usando o nome de Jesus. Sem falar da gravidade de usar O NOME pra justificar suas próprias impressões.
Tô forinha!!!
Olá Rê,
ExcluirNão entendi este negócio de não comer coisas sacrificadas, sinceramente não entendi onde você quis chegar. Todavia Paulo adverte:
1Co 8:4 Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.
Agora veja o que o Mário falou a respeito disto:
..."1Co 10:19 Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus.
O verdadeiro crente em Cristo está, portanto, livre da influência do demônio que pode estar representado pelo ídolo ou pela carne sacrificada. Isto quer dizer que ele pode ter em casa símbolos ou ídolos pagãos ou comer de carnes sacrificadas a eles? Vamos continuar vendo o que nos ensina a Palavra de Deus:
1Co 8:10 Porque, se alguém te vir a ti, que tens ciência [conhecimento, que é esclarecido], sentado à mesa no templo dos ídolos, não será a consciência do que é fraco induzida a comer das coisas sacrificadas aos ídolos? E pela tua ciência [conhecimento] perecerá o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo. Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.
Alguém que já tenha um bom conhecimento de que o ídolo nada é ou a carne sacrificada ao ídolo não tem influência alguma sobre si está, obviamente, imune a qualquer problema que tal ídolo ou demônio possa lhe causar. Mas se um recém convertido do paganismo, que ainda não está bem firme nas verdades do cristianismo, encontrar esse cristão comendo carne que foi sacrificada a ídolos, ele pode ficar confuso. Em sua mente ainda está muito fresca a ideia de que o ídolo é alguma coisa, que tem poder etc., e quando vê um irmão fazer isso, talvez se escandalize..."
Então veja que a palavra tem o cuidado de não escandalizar o irmão (pensando no outro e não em si próprio) e isto está de acordo com a palavra de Deus.
Muito simples.
ResponderExcluirFiz referência a tudo que diz respeito ao Natal, incluindo o alimento utilizado nele.
O que eu observo, é que sempre que se fala em alimento de Natal, é feita uma associação a 'sacrifício a ídolo' no qual se utiliza, inevitavelmente, esse velho clichê bíblico de induzir o fraco.
Ora, se já está claro que o que consumimos durante o Natal não se trata de comida sacrifica a ídolo, não há como induzir. Digo isso com total consciência do que falo sem nenhum receio de estar 'induzindo nenhum fraco'.
Inclusive, naquela ocasião, entre os coríntios, Paulo estava se referindo às religiões pagãs daquela época e daquela localidade que patrocinavam os eventos demoníacos nos quais haviam terríveis sacrifícios até de crianças e virgens.
Que eu saiba, nas famílias cristãs que se reúnem para celebrar o nascimento de Jesus, não há qualquer manifestação demoníaca e sim, o amor e a consciência de que ídolos e alimentos não exercem qualquer influência espiritual em absolutamente nada.
Infelizmente, fica mesmo complicado rever velhos conceitos - e até escandalizante aos mais rigorosos 'ascéticos' - para quem ouviu isso a vida inteira de outra forma e ainda quando tem tendências a carregar em si certas convicções arraigadas que estão mais ligadas a doutrinas de homens. Digo isso, porque o que eu vejo SEMPRE na Palavra, é Deus nos libertando de crendices. É só ler os Evangelhos a partir de Jesus, e não, a partir da doutrina religiosa da própria denominação que a coisa flui, tudo fica diferente do que nos foi ensinado como regra de vida e proibição.
Veja Pedro, antes analfabeto, simples pescador, tornar-se um grande pregador porque viveu literalmente com o Mestre. Diga-se de passagem que, em aprendizado intenso e intensivo desse jeito, ele não tinha como não se tornar um 'doutor' (colocando abaixo a tese de que ele pregou 'do Espírito' como mágica). Mas era um judeu cheio de crendices, cerimonialismos, hábitos religiosos, proibições rigorosas, e, evidentemente, de regras estritas do que podia e do que não podia comer. E o que fez O SENHOR? Mostrou-lhe três repetidas vezes que aqueles animais puros e impuros para a religião dele, tinham o mesmo significado para Ele, ou seja, eram todos iguais!!! O que importava era que Pedro se alimentasse. Interessante é que Pedro era apóstolo, aprendeu diretamente com o próprio Mestre, realizou milagres, mas ainda carregava em si conceitos arraigados da cultura religiosa que absorveu desde que nasceu. (Ver a contundente reclamação pública feita por Paulo ao ensinamento equivocado que Pedro fez mais adiante, voltando aos velhos hábitos religiosos e culturais). Enfim... E ainda hoje, depois de mais de dois mil anos, seus sucessores continuam cometendo os mesmos absurdos!!!
É disso que falo.
Infelizmente, continuo percebendo que o problema do crente pra se libertar de crendices é o apego ao versículo utilizado em determinada situação...
:(
Certo Rê entendi e você está certa. É disto mesmo, não tem nada de errado nisto, hoje você comer aquela chamada "ceia de natal", a qual na minha antiga denominação era proibido, pois era comer carne idolatrada (infelizmente pensam assim, eu também pensava). O Mário também tem o mesmo pensamento teu, pois você trocou em miúdos o que eu, você e ele pensa a este respeito com outras palavras. Induzir o fraco, em nosso meio no natal não condiz com a atual cultura "cristianizada", pois eles estão ali induzidos a comer a ceia para comemorar a ceia, mesmo que eu não concorde com seus aspectos religiosos, não tenho problema em comer, pois se eu comer não estarei ESCANDALIZANDO ninguém, pois a cultura nossa está CRISTIANIZADA.
ResponderExcluirAgora a respeito de Pedro, quando ele recebeu uma visão de animais impuros (salvo erro, não tenho certeza da passagem), a mesma foi uma analogia para mostrar que os gentios (impuros aos olhos judeus) também eram puros perante Deus, bastava apenas crer Naquele (Jesus Cristo) que morreu para purificar todos, Jesus Cristo. E é claro, uma visão de um animal impuro para um Judeu-cristão, era mesmo que um tapa na cara, mas mesmo assim o teimoso e arraigado Pedro teve que ser chamado à atenção por Paulo lá na frente, pois mesmo sabendo que os gentios faz parte da igreja, ele começou (Pedro) a fazer separação entre judeu e gentio e tomou um puxão de orelha do apóstolo mais novo. Agora se eu for em uma região não totalmente cristianizada, onde o clichê do recém pagão convertido ao cristianismo e a sua maioria dos moradores são pagãos, tomemos cuidado em qualquer tipo de cerimônia para não escandalizar o irmão. Apenas isto.
Abraços a todos.
Sem ser discordando de você nem de qualquer pessoa, me pego aqui com 'os meus botões', questionando o que se diz atribuir a Paulo regras e mais regras como se fossem verdadeiros 'mandamentos' quando, na verdade, ele foi firme nas palavras ao combater certos hábitos culturais e religiosos, ASSIM COMO TAMBÉM as imposições e os equívocos doutrinários.
ResponderExcluirSabemos que ele era de um temperamento muito 'forte', não tinha papas na língua e dizia o que deveria ser dito. Por exemplo, vejo ele dizendo aos coríntios, de forma bastante clara, que tanto o ídolo como o sacrificado ao ídolo não significa coisa alguma, da mesma forma que disse que comessem de tudo e conforme a consciência, tudo isso dentro daquela realidade onde nas festas pagãs se usava 'o cálice da libação' misturando-o ao 'cálice do Senhor', símbolo do relacionamento entre os cristãos e estes com Deus. Então ele fez a separação alertando que não poderia haver harmonia entre a justiça e a iniquidade. Aí sim, ele diz para se separar mesmo, mas se referindo a um povo incrédulo e idólatra. Os novos convertidos de Corinto precisavam urgentemente romper os laços com os pagãos e falsos apóstolos se eles quisessem realmente desfrutar da presença de Deus.
A estes mesmos, ele alertou sobre exigências ao apego legalista, dando seu recado 'com todas as letras' dizendo: embora seja falto no falar (rude nas palavras) não o sou no conhecimento.
Quanto à visão de Pedro, tudo bem quanto à analogia. O seu pensamento está corretíssimo. Entretanto, sabemos que tal visão acontece quando ele sente fome na casa de Cornélio, enquanto esse preparava a refeição, ele (Cornélio) sendo um homem gentio, Pedro já tratou de 'subir ao eirado' certamente pra apresentar aquela 'bronca' ao Senhor. 'E agora, eu vou comer essa comida pagã?' - ele deve ter se enrolado todo...
É claro que a alusão foi ao POVO GENTIO ser igualzinho ao povo judeu que se dizia abençoado por não comer isso e aquilo. Deus coloca ambos no mesmo patamar, usando O ALIMENTO como referência. Ou seja: para Deus, cai por terra a crendice religiosa, duplamente. O gentio e o alimento.
Verdade Rê, assino embaixo o que você escreveu. Não querendo te elogiar, pois o elogio para um crente pode ser um tapa na cara para alguns. Mas está certa a tua colocação, e estou acabando de conversar com um irmão policial de Aracajú e o mesmo tem o mesmo pensamento de nada é a carne sacrificada e nem o ídolo em si, pois estamos em Cristo Jesus e nada nos pode afetar. Tudo isto é crendice popular, a tal da superstição.
ResponderExcluirUm grande abraço minha querida e a todos deste blog e fique com Deus
Amém!
ExcluirTudo bem, relaxe rss convivo bem com elogio pois sei que nada sou, que sou mero instrumento, que não faço mais que a minha obrigação.
O melhor de tudo é a amizade sincera que se instala naturalmente no mundo virtual por meio dessa nossa troca de ideias. ;)
Então meus irmãos , li vossos comentários acima , mas tem um trecho em Apocalipse cap.2 verso 20 que me deixou encafifada Vou transcrever o trecho onde Jesus diz
ResponderExcluir"Mas tenho contra ti tolares Jezabel , mulher que se diz profetisa, ensine e engane meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria "
Há uma contradição aí?
E.T. Correição. Tolerares Jezabel
ExcluirOlá irmã Sônia, tudo bem com você minha querida? Espero que sim, então vamos a tua dúvida. Primeiro temos que ter em mente que nada pode influenciar o verdadeiro cristão, pois ele está assegurado de tudo. Tenha isto em mente, nada neste mundo afeta os VERDADEIROS cristãos, pois estamos livres de qualquer condenação. Romanos, salvo erro, fala sobre isto, mas estou com pouco tempo pra pesquisar.
ExcluirSe você voltar aos versículos anteriores verá que a repreensão é para Tiatira, e a mesma é elogiada por ter amor, boas obras, etc, porém é repreendida por cair na idolatria e se "prostituir" (no sentido, creio eu, de adulterar as coisas de Deus), daí não precisa ser muito sábio para saber quem é esta Jezabel que conhecemos hoje em dia.
Aqui está falando de um sistema religioso que permitiu ensinar e incutir na cabeça das pessoas a idolatria e prostituição, sem ser repreendido e vemos que isto vai de mal a pior. Quem será esta Jezabel? De "Tiatira" sai outro sistema a "Sardes" (protestantismo). Esta é caracterizada como tendo nome de que vive, porém está morta. Apesar de ter boas coisas, acabou se afastando daquilo que recebeu e ouviu. Por não ansiar pela volta do Senhor a qualquer momento, mas acreditar que o mundo precisaria antes ser cristianizado, ela será surpreendida pela vinda do Senhor como se fosse um ladrão inesperado.
Então vemos que é o sistema em si que é condenado pelo Senhor Jesus, e sabemos que o Senhor tem os seus salvos dentro de "Tiatira" e em "Sardes" também, estes estão livres de qualquer condenação e podem ter esta confiança depositada no Senhor Jesus.
F. W. Grant, comentando o mesmo livro de Apocalipse, acrescenta: "A responsabilidade de cada coisa errada É ATRIBUÍDA AO ANJO (destaque meu); é ele que tem aqueles que professam a doutrina dos Nicolaítas (muitos estudiosos acreditam que a formação do clericalismo surgiu com os nicolaítas. "Nico", que significa "conquistar" em grego, e "laíta", que significa "pessoas" ou "povo"). A palavra pode significar "conquistador de pessoas" ou "conquistador das pessoas".; é ele que permite a mulher Jezabel; é ele (o anjo da igreja) que é ameaçado com a remoção de seu castiçal. Fica bem claro que ele de algum modo representa a igreja, e deve-se notar que a palavra 'anjo' possui esta força de ser um representante".
O Mário agora comenta sobre o "anjo da igreja" que muitas das vezes confundimos com o pastor da "igreja" X ou Y:
"Volto a lembrar que esse papel de "representante", apesar do singular "anjo", sempre é visto na doutrina dos apóstolos como uma função coletiva. Não havia "o pastor" nas congregações que encontramos em Atos e nas Epístolas, mas "pastores", que eram dons como também eram "evangelistas" e "mestres" ou "doutores". Não havia qualquer ideia de um "reverendo" ou, resumindo, de um homem à frente de uma congregação. A representação sempre era plural, mais por um papel de responsabilidade assumida do que de cargo delegado."
Espero ter esclarecido alguma coisa pra você, mas tenha em mente que o cristão genuíno está livre de qualquer condenação e superstição, etc.
Abraços
Lendo sobre este assunto neste blog darei minha opinião. Se o natal e uma festa e festa e para estar com pessoas q se gosta, então faremos festa toda vez que tivermos oportunidade sem se preocupar com data se é ou não é natal, reuniu com pessoas que gosta já é motivo de festa sem esperar datas específicas.
ResponderExcluirRic Lim,
ExcluirNa sociedade que vivemos, o Natal é uma festa comemorada por todos, sendo feriado e proporcionando as famílias estarem juntas.
Mas a pergunta do post é mais específica aos leitores das denominações evangélicas que PROÍBEM a comemoração do Natal.
Queria saber se entre os membros há vontade de participar das festas natalinas, mas por serem proibidos, acabam por não participarem.
Quanto a fazer festas e se alegrar com amigos e parentes em qualquer data, vejo que não há problema nenhum.
Um abraço